Ancoradouro

Do outro lado do arco íris

107.23.176.162 /ancoradouro/2009/08/16/do-outro-lado-do-arco-iris/
532 Seja o primeiro a comentar

 A cultura homossexual busca incutir que o homossexualismo não é uma opção, mas um dado ontológico. Estatísticas e pesquisas científicas mirabolantes são levantadas  e apresentadas na opinião pública como uma que apareceu ano passado, cujo resultado é a afirmação que o cérebro de um homossexual é semelhante ao de uma mulher heterossexual. Deste modo explica a homossexualidade como um fator determinado e determinante.

A mass mídia, na maioria das vezes, divulga as notícias relacionadas ao homossexualismo com ênfase e repetição. Os folhetins, por sua vez apostam nas separações dos casais e uniões felizes para sempre de pessoas do mesmo sexo. Por um lado combate-se o matrimônio e por outro apóia o casamento gay. Estranho, não¿ Ideias que são repetidas até parecer coisa comum.

O sistema de saúde pública brasileiro, sabemos, é ineficaz, impotente e falho no atendimento a muitas necessidades básicas à população, por outro, apresenta-se como financiador das cirurgias de mudança de sexo a quem quiser. Cada mutilação despenderá em torno de R$ 12.000,00  aos cofres públicos.

A palavra homofobia, cujo significado no dicionário de Aurélio Buarque é, “aversão a homossexuais ou ao homossexualismo”, torna-se um léxico politicamente correto para impor, respaldado pela lei, uma ditadura da cultura gay. O simples fato de não se concordar com uma postura homossexual, a pessoa é, não rara vezes, considerada homofóbica, o que é bem diferente do significado da palavra.

Por trás da bandeira do arco íris parece existir uma gama de interesses escusos movidos por aproveitadores, entre eles, alguns políticos, interessados em voto, outros, o holding empresarial gay que fatura milhões com esse mercado e simpatizantes. Estes mobilizam todos os setores da sociedade e criticam ferrenhamente os discordantes.

Enquanto isso milhares de pessoas, profundamente amadas por Deus, sofrem no silêncio de suas consciências por não terem a coragem de nadar contra a maré e encontrar a verdadeira felicidade, aspiração pulsante no coração de cada pessoa. Sou da opinião que a felicidade é plena quando, cada um, na sua identidade original faz a experiência do seu dom de si.

Ultrapassar o arco íris não é algo inatingível por quem não está satisfeito em sua condição homossexual. Existe uma gama de profissionais dispostos a ajudarem superar esse sofrimento, muito embora o exercício de sua funções sejam perseguidas pelos ativistas pró-gay como foi o  caso da psicóloga Rozângela Justino.

Recomendado para você