Ancoradouro

A ilusão das riquezas

/ancoradouro/2009/09/02/255/
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O que há em comum entre as falcatruas de alguns políticos, sonegação de impostos do setor privado,a multiplicação de jogos de azar e consequentemente de apostadores?  O afã de ser rico, de ter muito dinheiro, de acumular bens, de multiplicar posses.
Nada de errado em querer ser rico.

É bem natural que todos queiramos ter uma estabilidade financeira que garanta para os nossos as necessidades básicas e ainda um pouco de conforto. É justo.
O quadro sai da normalidade quando: o objetivo é unicamente esse, enriquecer-se, abastar-se e, pronto. Acumular para ter mais que o outro e assim humilhá-lo; quando partilhar, dividir, solidarizar-se deixam de ser palavras traduzidas em ações.
Embora todos saibam que “muito dinheiro” não é garantia de felicidade, saúde e longevidade, todos se deixam impeli por esta sanha.
O evangelho conta a história de um homem muito rico que deixou abarrotados seus celeiros e disse para si, dorme em paz minha alma. Este homem é severamente repreendido pelo Senhor que diz, hoje mesmo morrerás. Isso para mostrar a fugacidade dos bens materiais.
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Até o próximo post.

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