Ancoradouro

Crime contra crianças, inadmissível!

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Uma notícia com duas interpretações sobre o grupo fundamentalista Hamas corre o mundo. O ponto em comum do noticiado é um casamento em massa. Uma corrente afirma que o casamento promovido pelo grupo é de caráter pedófilo, pois as noivas são meninas a partir de seis anos de idade. As fotos justificam a matéria, no Brasil o site mídia sem máscara publicou essa versão.

Do outro lado alguns sites de notícias  afirmam  que essas meninas são damas de honras do casamento e não as noivas. O mídia sem máscara  contesta pois não foram divulgadas fotos das  supostas noivas adultas, apenas das crianças, até que seja apresentada provas através de imagens o site não muda sua versão.

Caso seja verdade a versão do casamento com as crianças  (Existem fortes indícios para que seja verdade) estamos diante de uma situação escandalosa em escala mundial. Porém, sabemos que os crimes contra crianças tem aumentado demonstrando assim o crescimento do requinte de crueldade por parte das pessoas.

No Brasil, especialmente no Nordeste temos a nojenta prática da prostituição infantil. Contraditoriamente uma corrente de políticos e ativistas buscam a legalização da prostituição (leia mais em Prostitua, mamãe). Como se pode empreender um esforço para retirar uma criança da prostituição se aquilo é uma profissão regularizada por lei?

Já na Holanda um partido formado por três pedófilos conhecidos no país fundaram um partido cuja luta principal é descriminalizar a pedofilia, liberar a pronografia na TV entre outras coisas. O partido é tido como lícito, pois todos podem expressar sua opinião exprimem alguns – até conservadores – holandeses.

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Na Arábia Saudita, Nigéria e Afeganistão são registrados casos de casamentos infantis como noticia o site De olho na mídia. O noticioso ainda republica imagens chocantes de um grupo de crianças  palestinas com armas de plástico e bandeiras de seu país que dançam em torno de cadáveres de soldados do Exército Israelenses num ode à vitória.

“Os familiares das crianças assistem orgulhosos à pecinha, “como uma produção escolar de Cinderella, apenas genocida”, observou Omri Ceren, do blog Mere Rhetoric, que reproduziu a notícia.”

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