Ancoradouro

Lei ou Mordaça?

O lobby gay luta pela implantação da Lei da homofobia  que  prevê até cinco anos de reclusão para quem praticar atos considerados como preconceito pela minoria. Uma pessoa, por exemplo, que não passe numa entrevista de emprego, poderia alegar que fôra rejeitado por ser homossexual. Isto conotoria preconceito, logo, incorreria sobre o empregador a penalidade.

O pastor e o padre não poderiam mais pregar sobre o tema ou simplesmente ler a carta de são Paulo aos Romanos no trecho em que o Apóstolo classifica como pecado a relação entre dois homens. Parace-me uma espécie de mordaça. Ora, a igreja prega que o homossexualismo é um pecado, assim como o é o adultério. Isso não sgnifica que incitamos o ódio aos adúlteros nem que falte amor, respeito e acolhimento aos mesmos.

Classificar como homofobia toda e qualquer opinião contrária à união de pares do mesmo sexo é um atentado à liberdade de expressão, aliás, liberdade tão reclamada pelos militantes homossexuais. Queremos ter o direito legal de discordar, de não aceitarmos tal comportamento como natural. Afinal onde estaria nossa liberdade de expressão?

A lei deve ser igual para todos os cidadãos. Caso um homossexual entenda que tenha sofrido discriminação pode muito bem acionar os mecanismos de defesa já existentes. Ou daqui a pouco vamos ter a minoria dos gordos e obesos a exigirem amparato legal diferenciado, ainda poderíamos pensar nas loiras, vítimas de críticas constantes e assim por diante.

O homossexual é uma pessoa assim como outra qualquer, logo, digna de respeito. Possui direitos e deveres a cumprir. A homossexualidade, ao mesmo tempo, não goza de um mesmo consenso sobre sua concepção. Portanto, seria salutar deixar o debate  em  aberto. Calar uma das partes por força da lei só demonstra a imaturidade e a participação de objetivos escusos na  luta pela tão sonhada liberdade.

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