Ancoradouro

Minoria gay quer impor ditadura

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O mundo vive sua pior fase de inversão de valores. O que antes era o certo passa a ser o errado e o contrário também acontece. No campo da sexualidade vivemos um caos. A minoria gay quer implantar uma cultura, arroja projetos na educação, legislação e mídia, tornando a luta por direitos de um grupo  em uma ditadura que processa, vilenpendia e ridiculariza a quem simplesmente pensa diferente.

O Vaticano sente essa pressão dos grupos gay e expressa sua opinião ante à Organização das Nações Unidads – ONU. Leia  um trecho da matéria sobre o assunto, plugado do portal UOL : “As pessoas que criticam as relações de homossexuais, por razões religiosas ou morais, estão cada vez mais sendo atacadas ou difamadas por causa de seus pontos de vista, disse na terça-feira um diplomata do Vaticano no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

O arcebispo Silvano Tomasi declarou que a Igreja Católica Romana acredita que a sexualidade humana é um presente reservado a casais heterossexuais casados. Mas aqueles que expressam esse ponto de vista estão tendo de enfrentar uma “tendência perturbadora”, segundo Tomasi”.

O PL 122/06 é um projeto de lei que ficou conhecido no Brasil como “mordaça gay” e a partir de março deste ano tem como relatora a Marta Suplicy, do PT. O tal projeto é um afronte à liberdade de expressão, pois quem discordar do comportamento homossexual é processado e incorre em cumprr penas que podem chegar a cinco anos de reclusão.

Deste modo um padre ou um pastor não poderia  em sua pregação expressar a opinião que a homossexualidade não é algo desejado pela vontade de Deus segundo o ensinamento bíblico. Qualquer citação do tipo poderia  enquadrar o preletor como homofóbico, palavra maquiada e utilizada fora de seu real significado.

Eu, por exemplo, não queria que meu filho na escola fosse educado por um travesti ou por um professor que tivesse os trejeitos afetados de um homossexual. Eu não tenho este direito? Eu também não gostaria que uma criança assistisse em sua escola a um vídeo que conta a história de “Bianca”, um jovem de 15 anos que decidiu se tornar travesti. Isto é homofobia?

O vídeo referido  faz parte do Kit gay que pretende ser distribuído nas escolas públicas, um disparate sem comparação. Eu também não vou e nem aconselho a alguém participar da para gay. Esta é a maior manifestação do grupo que deveria servir para reivindicar seus direitos.

Mas, o que acontece na parada gay? A televisão mostra o que  mais parece um desfile de carnaval. Homens e mulheres seminus beijando-se uns aos outros numa completa manifestação de promiscuidade. Uma manifestação com esse perfil pode ser levada a sério? Eu sou da opinião que não.

Temos o pleno direito de dizer: “eu não sou a favor da homossexualidade e difusão desta cultura”. Afinal,  a liberdade de expressão não me garante esta possibilidade? A Igreja tem o direito de não permitir a entrada  de pessoas assumidamente homossexuais em suas fileiras para o sacerdócio e de ensinar que este não é comportamento querido por Deus.

E os fanáticos não me venham rotular de homofóbico. Antes, façam uma análise da palavra para depois criticarem. A mim cabe o respeito às pessoas, mas não obrigado a concordar com suas opções. Tenho esse direito ou não?

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