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candidato gay defende pedofilia

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Candidato gay defende pedofilia na Irlanda Qual seria sua reação mediante uma manchete como a seguinte?

“Candidato à presidência da Irlanda é a favor da pedofilia”

Provavelmente, de espanto, repulsa e até quem sabe, de nojo. Mas nesta sociedade em que tudo se relativiza era de esperar apologistas deste naípe que defendem  crimes e condutas morais reprováveis. Há dez anos era inconcebível pensar algum movimento popular defendendo a legalização e liberação da  maconha, por exemplo. Caso ouvíssemos uma manchete desse tipo ficaríamos tal qual, estupefatos, como inspira a defesa da pedofilia.

Também seria escandoloso ler notícias como a distribuição de kit gay, o SUS patrocinar a cirurgia de mudança de sexo ou ainda a adoção de criança por pares homoeróticos. Mas tudo está praticamente legitimado e já não tanto espanto em se discutir tais temas. Presumo com muita tristeza que em breve o assunto pedofilia também será defendido cada vez mais pelos ditos intelectuais e meia dúzia de ativistas.

Voltando à Irlanda, o nome do candidato à presidência  que defende a pedofilia é  David Norris. Ele é homossexual e mantinha a liderança pelo cargo até vir à tona sua bases de lutas. O candidato chama de pedofilia clássica o fato de não se ter limites de idade para o consentimento de prática sexual de um adulto com uma criança ou adolescente.

Nem precisa dizer que para Norris, prostituição e drogas deveriam ser legalizadas. Cumpre-se o ditado, um abismo atrai o outro. Quanto ao incesto para o candidato gay só deveria haver punição caso houvesse gravidez. Norris recorre ao filósofo grego Platão para defender sua ignominiosa opinião. Citando a obra de Platão O Banquete, ele escreveu: “O maior filósofo que já houve argumentou que o amor físico é a porta de entrada para o amor espiritual. Essa obra finaliza, de forma muito comovente, com Alcibíades, o belíssimo jovem de Atenas, confessando que se ofereceu sexualmente para Sócrates em troca de ter parte na sabedoria de Sócrates. Esse texto foi preservado em toda a Idade Média. Eu vi essa atitude e experiência iluminadora como uma introdução muito mais interessante e preferível à sexualidade do que minha própria experiência. Essa é a minha opinião pessoal”.

Vale ressaltar que na Holanda já teve um partido criado por pedófilos e que defendia o ato reprovável. Para criticar os cristãos, o partido adotou o nome que era um trocadilho  com a expressão “amai-vos uns aos outros”.

Em tempos de relativismo prático e prostituição da palavra amor querem justificar  o afeto como  base das relações  e até da família. Este amor, sinônimo de crime e devassidão não encontra ressonância na Palavra Sagrada. Que encontrem outro nome para embasar suas patifarias.