Ancoradouro

Digam-me se não é o fim?

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O que você diria a seu filho ou sobrinho de 7 anos caso  ele pedisse para dirigir seu carro, morar sozinho ou manusear um revólver? Ou ainda se quisesse namorar, parar de estudar ou dedicar-se unicamente a uma profissão? E se ele pedisse a você para mudar de sexo? Isso mesmo, supondo que seja um menino e queira amputar a genitália para tornar-se uma linda menininha? O que você faria?

Agora explico o título desta postagem. Um par de lésbicas californianas apoiam e incentivam a mudança de sexo de uma criança, adotada por elas.

A criança antes e depois do tratamento de mudança de sexo

Leio esta notícia e a republico com extrema repugnância ao ato ignominioso destas duas mulheres, réplica desta sociedade de morte, relativista e imediatista. As duas querem apressar o processo que começou quando a criança tinha apenas 7 anos. Hoje ele tem 11 e já é chamado por um nome feminino.

Segundo as mulheres, o índice de suicídio entre jovens que mudam de sexo na adolescência é maior, daí o “””cuidado””” em querer realizar a cirurgia enquanto ele ainda é uma criança. Já foi iniciado um tratamento que impede o  desenvolvimento de ombros largos,  grave e pelos no rosto e ainda ajudarão no  dos seios.

De fato, vivemos numa sociedade esquizofrênica, por um lado levanta-se na defesa das crianças, das minorias, dos animais. Lança campanhas  para  trocar a foto por um desenho animado em rede social como protesto  à violência. Ato tão superficial quanto às suas próprias consciências nas análises acerca de notícias deste naipe que deveriam nos envergonhar e nos fazer lutar pela punição destas ditadoras que tem a tutela da criança.

Só um pouco de raciocínio

Não precisa ter um Q.I elevado para saber que é uma violência sem par o que fazem a esta criança. Pessoa alguma é capaz de tomar decisões  drásticas em tão tenra idade. Que influência sofreu este menino por parte das cuidadoras lésbicas? Que exemplo ele viu em casa? Como retardar a evolução natural de um ser humano extirpando-lhe o direito de ser do sexo que nasceu, ainda sendo uma criança?

Todas as notícias que li sobre o assunto assentaram seu foco apenas numa polêmica superficial, como se isso fosse algo a se tornar  comum. Não investigaram nada sobre o histórico da criança e suas relações com as lésbicas.

Com a liberação de adoção por casais gays estes casos se tornarão cada vez comuns. Para se ter uma ideia já existe hospital especializado, nos EUA, em cuidar de crianças transsexuais, na verdade, em crianças com transtorno de identidade, pois me recuso a crer que a natureza erre. Erra o homem quando quer mudar sua própria natureza.

Uma sociedade encarquilhada no mal

Mas não poderíamos esperar outra coisa deste mundo neopaganizado. O processo corre para o fim. Neste aspecto, segue a linha: liberalismo sexual, aprovação da homossexualidade, adoção de crianças por parte de gays, quebra do conceito tradicional de família, liberação e disseminação da pornografia, retirada da pedofilia dos transtornos mentais como aconteceu com a homossexualidade….

Diante de tudo isso, respondam-me, não seria esse o fim?

Para nós cristãos, a esperança é a última palavra e não morre nem em última instância. O mundo atual vem abaixo mas a esperança em Cristo nos levanta e nos faz crer num mundo novo, na restauração da família, na valorização das crianças, no amor verdadeiro ao próximo.

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