Ancoradouro

Não pode o católico ser espírita

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A pós modernidade, período no qual estamos inseridos  é marcado pelo relativismo, inclusive no campo religioso, também denominado de  pluralismo religioso. Nesta concepção, a verdade é diluída em todas as crenças a ponto de não se poder afirmar que ela exista. Apesar dos tempos terem mudado, a doutrina da Igreja Católica não titubeou, continua firme seu ensinamento sobre a verdade, a bondade, a unidade e a beleza.

No cenário do relativismo religioso as pessoas podem ser católicas e espíritas concomitantemente por exemplo, quando na verdade trata-se de uma realidade antagônica. Existe um abismo entre a religião católica e a doutrina espírita.

Aqui nos referimos à doutrina, não colocamos em evidência a pessoa do espírita, suas intenções e motivações que o levam a assumir tal condição de crença e conduta. Nos direcionamos aos católicos a título de esclarecê-los que não se pode servir a dois senhores. Realmente, uma pessoa que se diz católica não pode ser espírita. Há pelo menos 40 pontos divergentes entre as duas religiões.

Existem pontos de unidade entre as duas doutrinas referidas, como a luta contra o aborto, por exemplo. Contudo, os pontos de divergências que caracterizam cada uma das expressões são inconciliáveis. A igreja ao proibir um católico de frequentar sessões espíritas não cerceia a liberdade do indivíduo, pois este pode escolher deixar a fé católica e aderir a qualquer credo, mas sendo católico, deve ter a consciência da incompatibilidade entre as duas doutrinas.

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