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Ministério da Saúde dá a entender em campanha que prostituição é sinônimo de felicidade

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“Sou Feliz sendo prostituta” ensina campanha do Ministério da Saúde.

No início desta  semana uma uma campanha elaborada pelo Ministério da Saúde  e patrocinada com dinheiro público chocou os brasileiros. Tema da peça: “Sou feliz sendo prostituta“.

A rejeição foi tão negativa que o Ministro  da Saúde, Alexandre Padilha,  foi obrigado a demitir o autor da Campanha, o publicitário Dirceu Grego. Segundo o Estadão, o ministro disse que “o material havia sido veiculado sem passar pelo crivo da Assessoria de Comunicação Social”.

A pergunta é, como uma campanha com tamanha ousadia é disparada sem conhecimento da Assessoria de Comunicação Social do Ministério? Seria essa uma tentativa de avaliar qual seria a reação do público? É comum nas instituições privadas peças de campanhas publicitárias serem lançadas por um tempo nas redes sociais para avaliação do público. Caso a recepção seja positiva, a campanha é lançada nas outras mídias.

Vale lembrar que há um forte movimento interessado em tornar a prostituição uma profissão. O Plano Nacional dos Direitos Humanos

SUS e  Ministério da Saúde  são os articulistas da campanha.

SUS e Ministério da Saúde são os articulistas da campanha.

3 prescrevia essa tentativa. O ex-bbb e deputado pelo Psol, Jean Wyllis protocolou junto à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4.211/12, batizada de lei Gabriela Leite, que visa à regulamentação da atividade das prostitutas.

A meta para os envolvidos é regularizar a prostituição até a Copa do Mundo. Em  Minas Gerais as prostitutas recebem aulas de língua estrangeira para recepcionar os turistas da Copa, coisa que profissões regulamentadas, naquele estado, ainda não recebem o mesmo incentivo.

A campanha do Ministério da Saúde aconteceu em alusão  a data do dia nacional da prostituta, uma tentativa de colocar o assunto no dia a dia dos brasileiros como algo banal e aceitável.

Por outro lado a imprensa quis outorgar somente à bancada evangélica a rejeição à promoção da prostituição.

Quem tem bom senso não é favorável à mercantilização e promoção de atitude tão degradante do ser humano.

Veja as peças elaboradas pelo Ministério da Saúde:

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