Ancoradouro

Cantores da Fé lançam campanha de oração pelos cristãos perseguidos

No Brasil, um grupo formado por artistas católicos, incluindo os cantores Pe. Zezinho e Pe. Joãozinho, lançou para esta sexta-feira, dia 20, a campanha Unidos pela Paz (#UnidosPelaPaz) que pede jejum e oração “pelos cristãos perseguidos no mundo inteiro e pela Igreja sofredora”. O cardeal arcebispo do Rio de Janeiro Dom Orani Tempestade também participa da iniciativa.

Campanha conclama cristãos à oração por Igreja perseguida.

Campanha conclama cristãos à oração por Igreja perseguida.

“Pensamos nessa campanha que é só um começo para atender o chamado do Santo Padre o Papa Francisco de rezar, jejuar e agir em favor dos que são perseguidos e martirizados em todo o mundo. Temos a intenção de, juntos, organizarmos várias ações, mas começamos pela oração e pelo jejum, pois antes de irmos ao homens precisamos ir a Deus”, explica a cantora Suely Façanha, consagrada na Comunidade Católica Shalom.

O grupo indica algumas hastags para se utilizar nas redes sociais: #unidospelapaz, #somosopovodacruz e #jejumpelapaz. Também foram confeccionados cartazes que podem ser veiculados livremente na internet. O ISIS, grupo de terroristas Islâmicos, rosnam como leões em estado de ódio aos cristãos. Cometem os crimes mais atrozes na tentativa de dizimar o que chamam a “nação da cruz”. Em uma das últimas investidas, os terroristas decapitaram 21 cristãos, notícia que parece não ter gerado tanta comoção na comunidade internacional.

  Brasil censura a palavra “cristãos” em nota de repúdio ao ISIS  e a substitui pela palavra “trabalhadores”.

Reprodução do site.

Reprodução do site.

A Comunidade católica reage com desgosto à censura da palavra “cristão” na  nota de repúdio emitida pelo Governo Brasileiro sobre o ataque desleal e cruento do Estado Islâmico que  decapitou 21  discípulos de Cristo,na cidade de Sirte, no Norte da Líbia.

A palavra “cristão” foi substituída por “trabalhadores”.“O governo brasileiro manifesta sua indignação diante do brutal assassinato de 21 trabalhadores egípcios, alegadamente em território líbio, por membros do grupo autodenominado Estado Islâmico. A intolerância religiosa e o recurso à violência política merecem o mais veemente repúdio do governo e do povo brasileiro”, informou o Itamaraty, em nota.

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O horror do Estado Islâmico desmascara 4 mitos sobre as Cruzadas (Fonte: Aleteia)

MITO 1: “As cruzadas foram um ataque gratuito dos cristãos ocidentais contra os muçulmanos”.

Uma revisão cronológica honesta derruba esta mentira. Até o ano 632, o Egito, a Palestina, a Síria, a Ásia Menor, o Norte da África, a Espanha, a França, a Itália e as ilhas da Sicília, da Sardenha e da Córsega eram todos territórios cristãos. Dentro das fronteiras do Império Romano, que ainda existia no Mediterrâneo oriental, o cristianismo ortodoxo era a religião oficial e esmagadoramente majoritária. Fora daquelas fronteiras, ainda havia outras grandes comunidades cristãs, não necessariamente ortodoxas e católicas, mas, ainda assim, cristãs: a maioria da população cristã da Pérsia, por exemplo, era nestoriana. Também havia várias comunidades cristãs espalhadas pela Arábia.

Apenas um século mais tarde, em 732, os cristãos já tinham perdido o Egito, a Palestina, a Síria, o Norte da África, a Espanha, a maior parte da Ásia Menor e o sul da França. A Itália e suas ilhas associadas também estavam sob ameaça; tanto que as ilhas acabariam sob o domínio islâmico no século seguinte. Logo após o ano de 633, as comunidades cristãs da Arábia foram inteiramente destruídas. Tanto os judeus quanto os cristãos foram expulsos da península arábica. Os da Pérsia estavam sob forte pressão. Dois terços do antigo mundo cristão romano se viam agora governados pelos muçulmanos.

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