Ancoradouro

Músicas de duplo sentido colocam crianças em situação de vulnerabilidade sexual, afirma Agente de Proteção.

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A erotização das crianças é um fenômeno que abre espaço para a instauração da pedofilia, crime hediondo que vem encontrando defensores nos mais diversos setores da sociedade. Cuidado com os infantes e adolescentes é uma missão dos pais, educadores e protetores legais que devem está atentos aos movimentos que buscam seduzir e destruir a inocência das pessoas nesta faixa-etária.

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Em conversa com o Blog ANCORADOURO, o  Diretor Geral do Departamento de Agentes de Proteção – DAP –  do Juizado da Infância e da Juventude, Walter Batista,  destacou que a exploração sexual está entre os principais crimes contra crianças e adolescentes. Também entra na lista “exploração laboral,  maus tratos pela própria família; o uso de bebidas alcoólicas por adolescentes e o  uso como “avião” pelos traficantes nas periferias”.

Walter indicou alguns cuidados que devemos tomar com as crianças como “não deixa-las “só na multidão; sempre andando com algum documento onde se possa identificá-las de alguma forma; e não permitir pessoas estranha acompanhá-la”.

Sobre as músicas de duplo sentido acompanhadas de coreografias pornô-eróticas como foi o hit deste carnaval [Parara tibum] o agente concordou que podem incitar a erotização das crianças e coloca-las em situação de vulnerabilidade. “Não só pode como já incentiva as crianças que  às vezes sem maldade, acompanham seus ritmos erotizados”, explicou.

Outra questão respondida  por Walter foi sobre a liberação  nos cinemas para menores de 17 anos  que estivessem  acompanhados por responsáveis legais assistirem ao filme 50 Tons de Cinza  que traz imagens fortes do universo pornográfico. “Este [filme]  era para ser proibido para menores de 18, porém baixaram para menor de 17 anos, particularmente não concordo pelas cenas que acho inadequada. Em minha opinião os adolescestes não assistiriam, mas a comissão junto ao ministério da justiça decidiu por essa classificação”, lamentou Batista.

 O diretor da DAP informou que abusos como estes podem ser denunciados nos seguintes canais:

– Disque 100

– DECECA – Juizado da Infância (Poder Judiciário) :

3492-8165/9702         3702/89369754

– Conselhos tutelares;

 

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