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Bispo de Sobral convoca a cidade para se posicionar contrária ao aborto

Em unidade com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, Regional e mais de trinta Dioceses que se posicionaram publicamente, o Bispo de Sobral, Dom Vasconcelos, convoca a população daquela cidade a manifestarem publicamente o repúdio ao aborto e adesão à vida. Nas próximas sexta e segunda-feira (3 e 6/8), o Supremo Tribunal Federal – stf  promove audiência pública sobre a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.

Pronunciamento do Bispo Diocesano Dom José Vasconcelos sobre a descriminalização do aborto. Confira o vídeo.

A descriminalização do aborto será pauta de uma audiência pública no Supremo Tribunal Federal nos dias 3 e 6 de agosto. O bispo diocesano, Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, convoca todo o povo de Deus a se posicionar a favor da vida e contra o aborto.

Publicado por Diocese de Sobral em Quarta-feira, 1 de agosto de 2018

A discussão do tema no STF  é objeto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 442, ajuizada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSol).Na ADPF 442, o partido questiona os artigos 124 e 126 do Código Penal, que criminalizam a prática do aborto. O PSol pede que se exclua do âmbito de incidência dos dois artigos a interrupção voluntária da gravidez nas primeiras 12 semanas de gestação, alegando a violação de diversos princípios fundamentais.

Eu quero convocar a Diocese de Sobral,todas as paróquias, para as três horas da tarde tocarem os sinos das Igrejas, e todas as pessoas entrarem em oração suplicando aos céus para que a justiça seja feita e a vida das crianças poupadas. Fazemos um apelo a todos cristãos, a todos os homens e mulheres de boa vontade para que tenhamos bom senso, para que não sejamos criminosos em relação a nossas crianças’, disse o Bispo em entrevista à jornalista Teresa Fernandes.

Ainda no colóquio com a jornalista, o Bispo lembrou que, além de pecado contra o quinto Mandamento do Decálogo [Não Matar], a prática do  aborto fere a legislação brasileira. “Nossa carta magna garante o direito à vida e o Supremo [Tribunal Federal] não pode ir contra a Constituição Federal”.

 

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