Ancoradouro

Famílias missionárias: fenômemo volta a crescer na Igreja

759 1

Ele é de São Caetano do Sul, São Paulo; ela de Petrolina, no Pernambuco. Radameques conheceu Rosenalva em Pacajus, Ceará, em 2002; passaram a namorar três anos depois,  à distância e por muito tempo. Noivaram-se na histórica cidade francesa de Avignon e casaram-se em Fortaleza.

Radameques e Rosenalva se conheceram no Ceará, atualmente estão em missão na França.

“A experiência de sermos família missionária começou por primeiro quando ainda éramos solteiros, como missionários da Comunidade Católica Shalom”, conta Radameques que já entendia o ato de casar-se como um engajamento em missão, “porque o casamento é um sacramento de serviço “.

O casal é membro da Comunidade Católica Shalom.

Seis anos depois, o jovem casado ainda lembra do Evangelho proclamado no dia da celebração de seu matrimônio.  “Foi o texto de lucas 14, versiculo 16 seguintes, onde se narra que um homem fez um banquete e pôs-se a convidar os participantes, mas ouviu recusas, inclusive de um que se justificou dizendo que havia casado, por isso não poderia ir”.

Os missionários escolheram este Evangelho justamente para assinalar que ao casarem-se estão ainda mais comprometidos com a missão. “Infelizmente é muito comum acontecer  na Igreja de namorados bem engajados darem um tempo na missão depois de casarem-se”.

Lucineide, Diogênio, Junior, Jader e Larissa são missionários na paróquia.

A pouco mais de seis mil quilômetros de Avignon,  encontramos outra família missionária. Eles servem à Igreja na própria paróquia.   O pai e a filha são Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, na Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Alto Alegre. Diogênio é casado com Lucineide, integrantes do Encontro de Casais com Cristo – ECC. Pais de Larissa, casada com Jáder, também ececistas e de Junior, integrante de grupo de jovens.

Para Larissa o testemunho dos pais foi fundamental.

“Tudo que eu sou devo ao engajamento de meus pais na Igreja”, conta Larissa. O exemplo dos pais inspira até hoje. “Eles fizeram ECC …Meu pai foi catequista de Crisma por oito anos e me levava, hoje eu também sou catequista de Crisma junto com meu irmão”, Testemunha.

Foi nesse ambiente de Igreja que Larissa conheceu seu esposo. “O Jader era de grupo de oração do Shalom.  Construímos o nosso relacionamento em Deus e assim queremos continuar. Sou muito feliz e grata a Deus pelo exemplo de meus pais”.

“Áquila e Priscila”

Ícone de Áquila e Priscila.

Radameques e Rosenalva escolheram dois padrinhos especiais: Áquila e Priscila.  “Trata-se de um casal pouco conhecido dos católicos e que foi fundamental nos inícios da história da Igreja. Eles foram exemplos de serviço  à Igreja, especialmente  a de Roma.  Segundo São Paulo, arriscaram a própria vida no testemunho de fé”, explica Radameques.

Em breve, vamos contar a história da família do Kaio, Alanna e suas quatro filhas. Eles saíram em missão de Brasília para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Recomendado para você