Ancoradouro

Padre Zezinho define gritaria mundial sobre incêndios na Amazônia como “histérica”

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O presidente francês Emannuel Macron, as celebridades  Gisele Bundchen, Madonna, Cristiano Ronaldo e Brad Pitt foram algumas a publicarem  foto antiga de  queimada na Amazônia como se fosse atual.  Objetivo apenas um só,  criticar o atual Governo  brasileiro sugerindo-o como culpado  dos incêndios, recorrentes nesse período do ano, devido à umidade relativa do ar na região que se assemelha à do Deserto do Saara. Boa parte da imprensa, por sua vez, divulga imagens de queimadas, obtidas pelo satélite, da parte Amazônia Boliviana como se fosse no Brasil. Nem se desculpam com os seus leitores e telespectadores. Não à toa cresce a desconfiança na imprensa oficial.

Políticos, celebridades e seguidores espalham fotos de queimada antiga na Amazônia como se fosse recente.

No efeito manada, os seguidores repercutem  as imagens, apenas no disparate de fazer barulho e proliferar  discurso lacrador todo ideologizado. Quem se posicionou como um oásis de lucidez perante a situação foi Padre Zezinho, cantor, escritor e uma das mentes mais sensatas do país. “Esta gritaria mundial é histérica”, classificou o sacerdote da Ordem dos padres do Sagrado Coração de Jesus. Prosseguiu em seu pensamento: “Não vejo ninguém culpando Trump pelos incêndios na Califórnia, nem o Governo Português pelos incêndios em Portugal “.

“Continuarei a cantar “AMAZÔNIA, É PROIBIDO QUEIMAR E MATAR“ mas sei que tudo não começou apenas há seis meses”, diz ao padre, ainda ao explicar o que muitos ongueiros não sabem ou insistem em desinformar para proveitos políticos. “Há o fenômeno natural da seca nestes meses e há o crime dos que intencionalmente fazem queimadas”. O texto chega ao coração da mensagem: “Assim como não culpei nem FHC, nem Lula,nem Dilma, nem Alkmin, não culpo Bolsonaro . Eu não odiava os outros presidentes e não odeio Bolsonaro “.

“Bom senso ajudará a ler a mídia, determinada em arrasar com o Bolsonaro . Todos sabem das dívidas impagáveis de alguns inimigos do atual presidente! Não votei nele , nem em Haddad, mas se Haddad tivesse ganho, os incêndios continuariam ,até porque o país não tem como controlar o clima nem a maioria dos incendiários que querem tudo, menos que a atual democracia dê certo . Querem outro regime político no Brasil“, especula o padre que foi precursor na música católica no país.

O texto é terminado de forma lapidar: “no Congresso e no Judiciário estão alguns dos maiores incendiários…”.

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