Beleza e Saúde

MARIANA RUY BARBOSA REVELA SEUS SEGREDINHO

FOTO DIVULGAÇÃO

Marina Ruy Barbosa é a estrela de capa da Glamour de Outubro

Princesa, mocinha, careta… Risque todos os clichês que você conhece sobre Marina Ruy Barbosa. Agora, substitua-os por qualidades de mulheres poderosas e reais. Sensível, positiva, consciente de seu papel como atriz, influenciadora e cidadã, Marina fala, em um papo sincero com a jornalista e amiga Gloria Maria, do casamento marcado para este mês e das escolhas que a transformaram em ícone aos 22 anos

1 – E você se considera perfeita?

Não! Nunca tive a pretensão e a ilusão de me sentir ou de ser perfeita. Esse lugar não me interessa. Aliás, acho a perfeição um saco. Claro que ninguém vive para errar. A gente se esforça dia após dia para acertar, para evitar as falhas. Mas as tentativas são muito valiosas. É isso que faz a gente seguir adiante. E meus erros sempre me deixaram mais forte.

2 – As mulheres da sua idade buscam cada vez mais serem livres e modernas. Estão na balada, viajando… Por que escolheu seguir um caminho mais tradicional?

Não acho que a liberdade tenha que estar necessariamente ligada à solteirice, às baladas. Ser livre é poder escolher. E eu achei uma pessoa incrível! É com ele que quero ir às baladas, viajar. Isso é ser moderna! É você viver de acordo com o que acontece, não viver de acordo com o que os outros acham certo.

3 – Incomoda ser vista como “a princesinha”? O que existe de verdadeiro nessa imagem?

Luto para que possamos ser o que quisermos. É uma chatice isso de que, se você é atriz, não pode gostar de moda. Ou que atriz, para ser cool, tem que ser doidinha. Se você é pintor, não pode escrever… É tão bom ter opções, poder escolher. Acho que esse título de princesinha é mais porque sou muito família, minha maneira de me vestir talvez… Mas nunca foi um problema. Sou mesmo a pessoa que tenta fazer tudo certinho, que anda na linha…

4 – Quais acha que são os maiores desafios da sua geração, a millennial?

A gente vive um momento de superexposição inevitável. Mas é uma hora também de entender essa medida. Saber o quanto se deve expor e o que deve ser dito. Acho que estamos caminhando para uma saturação desse conceito de postar por postar. O desafio é dosar o que se propaga e divulga. Entender a medida do que é útil, interessante.