Blog do Maranhão

Grandes Sertões: Afetos

Em quatro dias pelas entranhas do Ceará, por mais de 1.300 quilômetros de sertão, O POVO foi em busca das chuvas que retornaram este ano – depois de uma estiagem desde 2012. No roteiro por Canindé, Madalena, Tauá, Inhamuns, Varjota, Pentecoste e Apuiarés, o ponto de partida era a convivência com a (pouca) água.

A reportagem queria saber as estratégias desta convivência, pelas beiradas de grandes açudes em agonia; as lições da seca para qualquer tempo. Não só a fé sertaneja em Deus, nem as obras emergenciais dos governos. Não só a espera e a estrutura, mas, principalmente, a esperança – que é o que move – e o subjetivo – que é a própria reinvenção de um lugar, de um povo. A chuva no sertão, este ano, foi como alguém que regressa de uma ausência. Entrou pelas horas e conversas, pelos olhos dos sertanejos e pelas brechas das casas; trouxe cheiro e cor; renasceu a alegria.

O resultado da jornada está num especial transmídia, que reúne um caderno especial,  um hotsite e este webdoc.

Para assistir é só clicar: