Bola ao Alto

Foi até fácil…

O placar foi o mais ‘elástico’ do dia e da campanha dos comandados de Rubén Magnano, 93 a 66 contra o Uruguai. A celeste, que não tinha o experiente armador Ocimani, não conseguiu manter o ritmo do primeiro tempo e acabou sofrendo com a forte defesa brasileira, além dos chutes de três pontos do jovem Vitor Benite, cestinha da partida com 21 pontos.

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A seleção brasileira começou bem o primeiro tempo. Marcava forte e saía nos contra-ataques rápidos. Até que Esteban Batista, ex-NBA, e o ala Sebastian Vazquez conseguiram entrar no jogo. O primeiro pegava rebotes ofensivos e usava
seus ‘ganchinhos’ de canhota em cima da marcação de Tiago Splitter. Já Vazquez, seguia com bons chutes de longa distância e com infiltrações no meio do garrafão brasileiro. Mesmo assim, o Brasil terminou na frente, 42 a 32.

Assim que o jogo recomeçou, os brasileiros alavancaram uma disparada no placar impressionante. A equipe mudou a forma de marcar e passou a sair com mais freqüência para os ataques em vantagem. O Uruguai não conseguia voltar como antes para defender.

O adversário não conseguia executar nenhuma reação relevante no ataque e sofria com os consecutivos chutes de três pontos de Benite e de Marquinhos na defesa. A seleção brasileira teve o mérito de controlar bem o jogo até o final, mesmo com a mudança de armador em quadra nos minutos finais (Nezinho jogou quase o último quarto inteiro).

Bom jogo coletivo e bom trabalho defensivo na maior parte do tempo. Vitória brasileira, que serve para dar ânimo aos próximos confrontos, contra: Panamá, Argentina e Porto Rico. As partidas contra os dois últimos são fundamentais para as pretensões de classificação para as Olimpíadas de Londres.

O Brasil enfrenta a seleção do Panamá hoje, às 20h30, com transmissão ao vivo na ESPN Brasil, Esporte Interativo e SporTV 2 .

Na Seleção…

Marcelinho Huertas– Distribuiu assistências e deu velocidade ao ataque.

Nezinho – Melhorou bastante em relação ao jogo passado (5 assistências), mas ainda é impulsivo em algumas ações ofensivas (arremessa muitas vezes marcado e erra passes fáceis).

Tiago Splitter– Não jogou bem, errou bandejas e falhou na defesa, apesar de ter sido o reboteiro do jogo com 8 rebotes. (Tomara que na hora decisiva ele decida).

Marcelinho Machado – Terminou o jogo sem marcar pontos,  porém jogou melhor coletivamente.

Guilherme, Alex e Marquinhos – Ficaram na casa do dígito duplo de pontos (12, 10 e 12, respectivamente).

Rafael Hettsheimer, Caio Torres e Augusto Lima– Tiveram oportunidade de jogar e não decepcionaram.

Rafael Luz – Esperava mais tempo dele em quadra. Magna no o utilizou pouco.

Vitor Benite – Grande destaque mais uma vez. Arremessou em momentos certos e participou bem das boas chegadas em velocidade do ataque.

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