Bola ao Alto

Copa América de basquete feminino: quando a gente quer ter esperança…

No último dia 06 de agosto começou a Copa América de basquete feminino. Quem são essas meninas que disputam a competição que vale vaga para o Mundial 2018, na Espanha? Já faz um tempo que estamos sem identidade na modalidade tanto na seleção masculina quanto feminina. O time que está em Buenos Aires é uma mescla de atletas experientes com iniciantes como Kelly (37 anos), Êga (39) e Gilmara (36), Izabella (17), Letícia (22) e Raphaella (22). As três principais jogadoras do país na atualidade, Érika, Clarissa e Damiris, não estão lá. As promessas da CBB até agora são apenas promessas.

O fato é que a caminhada do Brasil em busca dessa vaga para o mundial ficou mais difícil após a derrota para as Ilhas Virgens…isso mesmo! Perderam ontem para uma seleção sem tradição na modalidade, número 50 do ranking e sem participação olímpica. A equipe vem surpreendendo na competição e venceu as brasileiras na prorrogação por 67 a 60, complicando a situação do Brasil no torneio.

 

A Copa América dá três vagas para o Mundial. Os Estados Unidos não jogam porque foram campeões olímpicos, então para esse torneio o favoritismo fica com o Canadá. Entram na briga: Argentina, Cuba e Brasil. Venezuela e Porto Rico correm por fora. Após a derrota de ontem as brasileiras precisam vencer a Argentina hoje. Caso contrário, a equipe vai ficar dependendo de resultados e pode ser eliminado da Copa América e Mundial da Espanha.

Lembrando que a Copa América marca a volta do basquete brasileiro às competições oficiais após a suspensão da FIBA. O Brasil havia sido punido pela entidade em novembro, por conta dos desmandos e ações fora do padrão estabelecido pela Federação Internacional de Basquete. Inclusive, um dos motivos da decadência do basquete feminino.

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