Corremah!

O tempo passou, e você resolve tirar um dia para organizar as suas medalhas. Quantas histórias para contar!

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Fortaleza, 12/07/2017 – Décadas ou milhas depois, você resolve parar no tempo para organizar o seu quarto ou escritório, reunindo e recolhendo todas as medalhas que você conquistou neste período, e o resultado será mais ou menos esse da foto acima, com algumas dezenas de quilos e muitas histórias acumuladas entre corridas e treinamentos.

Neste dia, o movimento de retirar medalhas da parede ou gavetas se repetiu quase 400 vezes, e em cada medalha que eu segurava nas mãos, uma história passava pela memória. Deste total, 90% das medalhas que tenho estão em ótimo estado, e outras precisam apenas de uma limpeza básica, mas infelizmente algumas sucumbiram com o tempo, seja por causa do processo de maresia de nossa cidade, ou pela má qualidade de alguns materiais (acrílico, impressões, resinas), etc…

Não sei se em outros estados que ficam mais distantes do litoral, se esse processo de oxidação também ocorre por outros fatores, mas aqui em Fortaleza, este processo é bem intenso, (não somente com medalhas).

No entanto, a medalha mais desfigurada que tenho é feita de acrílico (frente), e metal (costas), e entre as duas partes havia uma impressão. Depois de alguns anos, o metal oxidou, o acrílico ficou contorcido, e a impressão desapareceu, ou seja, para quem não conheceu a medalha, torna-se impossível identificar a qual corrida ela pertenceu.

Outro detalhe que não me passou despercebido, são as medalhas que não possuem data, o que torna uma tarefa difícil para resgatarmos algum tipo de informação sobre aquela corrida. Nesta mudança, separei todas as medalhas oxidadas, e buscarei alguma forma de melhorar a situação delas, pois independente da qualidade do material todas possuem a sua história.

Na contramão de tanta modernidade, pelo menos constatei algo positivo, pois as medalhas mais antigas, (época dos torneios escolares), continuam intactas.

Você possui alguma dica para a manutenção ou recuperação de medalhas oxidadas?

Fonte: www.portaldocorredor.com.br

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