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Dez anos depois, brasileiros herdam medalha olímpica.

Fortaleza, 01/06/2018 – E a história se repete, desta vez com o quarteto brasileiro masculino que disputou o revezamento 4 x 100 nas Olimpíadas de Pequim 2008. Naquela ocasião, a equipe jamaicana ficou com o ouro, com todos os holofotes voltados para o astro Usain Bolt, mas anos depois um dos velocistas jamaicanos foi pego em exames anti-doping (Nesta Carter, lado esquerdo de Bolt), culminado com a perda definitiva da medalha dourada.

Com a desclassificação da equipe caribenha, o Brasil herda o bronze dez anos depois, cabendo aos atletas Vicente Lenílson, Sandro Viana, Bruno Lins e José Carlos Moreira este mérito tardio.

Classificação final do revezamento 4 x 100 / Pequim:

1º – Trinidad Tobago, 38.06
2º – Japão, 38.15
3º – Brasil, 38.24
4º – Alemanha, 38.58
5º – Canadá, 38.66

– China e Holanda (desqualificação técnica).
– Jamaica, 37.10 (desclassificação por doping).

Embora esta conquista seja honrosa para qualquer atleta, nada substituirá o que ficou para trás. Segundo relatos da época, os brasileiros poderiam ter recebido mais de  um milhão de reais pela conquista de uma medalha, fora outros patrocínios e benefícios que poderiam surgir. Imaginem você desembarcando em seu país com uma medalha olímpica no peito? Isso não tem preço.

Além disso, nada substitui a glória do momento, pois existe uma diferença muito grande em receber uma premiação no podium e depois, ou em outros locais, como: receber pelos correios, em escritórios, etc…

Matérias relacionadas: UOL, Globo Extra.

 

Parabéns aos atletas e comissão técnica brasileira.

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