Cotidiano e Fé

O voto verde

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Pela primeira vez na história, os políticos, a imprensa e os cidadãos que pensam estão reconhecendo que o voto dos evangélicos e dos católicos conservadores fizeram a diferença nestas eleições.

O voto evangélico apoiou, em sua maioria, a candidata Marina, representante da ética, da moral e dos valores cristãos eufemisticamente embutidos na onda verde.

O poderoso presidente Lula e a sra. Dilma do PT acabaram reconhecendo que o pequeno “Davi”, sem recursos e sem tempo na mídia, acabou frustrando a esperança que tinham de atropelarem no primeiro turno as demandas antiaborto e anti-heteromofóbicas dos cristãos.

Não tenho procuração para defender partido ou candidato “A” ou “B”. Votei sim em Marina, por acreditar na coerência que deve se manter firme contra a volúpia do seus companheiros de partido que veem no segundo turno, uma oportunidade para auferir cargos e prestígio na composição do novo governo.

O voto do bem e da ética espera que a Marina não se renda e não se venda aos interesses escusos dos que vão dissimular a ditadura da imoralidade e a censura dos que ousam discordar das medidas anticristãs que emanam do planalto.

Enquanto as urnas nos oportunizarem a livre expressão e, ainda que nos censurem por crermos nos valores e princípios cristãos, vamos votar contra a onda vermelha que, na base do populismo assistencialista, busca manter o poder para aprovar leis pró-aborto e proteger uma minoria homossexual que deveria ter as mesmas garantias e direitos constitucionalmente garantidos a qualquer cidadão comum.

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