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Alzheimer pode ser prevenido com mudança de hábitos

Cientistas brasileiros descobrem como prevenir Alzheimer
 
Especialista explica como os exercícios físicos podem auxiliar no combate à doença 
Cientistas brasileiros descobriram um caminho para prevenir e potencialmente tratar o Alzheimer, uma doença neurodegenerativa que afeta cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Considerada  a enfermidade que mais avança no mundo à medida que a população envelhece, ainda não existe cura, entretanto o seu avanço pode ser retardado.
Segundo o estudo, a irisina, um hormônio produzido pelos músculos quando praticamos exercícios, protege o cérebro e restaura a memória afetada pela doença. “Quando fazemos uma atividade física, nós produzimos a irisina. Essa substância irá melhorar a acessibilidade do recetor da insulina, dessa forma podemos controlar a glicemia, pois hoje o Alzheimer é considerado um diabete tipo 3”, explica o médico nutrólogo e referência em medicina preventiva Dr Fernando Guanabara.
A descoberta dos pesquisadores tem duas vertentes. A primeira é que já se pode afirmar que o exercício, mesmo que ainda exista muito a estudar, contribui  na prevenção do Alzheimer. Ainda não se sabe, porém, qual a dose certa de exercício, mas ele é fundamental para o metabolismo do cérebro e das doenças provenientes do desequilíbrio deste, a exemplo do Alzheimer.
É de grande importância prestar atenção na alimentação, pois o consumo excessivo de açúcar ou carboidratos simples pode potencializar o aparecimento do Alzheimer. “Se eu consumir muito açúcar e não gastar, eu vou causar resistência no receptor, provocando assim diabete tipo 2 e consequentemente a tipo 3, o Alzheimer”, explica Fernando Guanabara. Além de uma dieta balanceada, praticar atividade física melhora a qualidade de vida e previne outras doenças, “coloquem na rotina diária o treino, pois ele evita doenças como Alzheimer e outras como diabetes e o AVC”, alerta o especialista. “Se eu consumir muito açúcar e não gastar, eu vou causar resistência no receptor, causando diabete tipo 2 e consequentemente a tipo 3, o Alzheimer”, disse o médico.

Laura Bandeira Jornalista Âncora Comunicaçã