Futebol do Povo

No Fortaleza, força-tarefa tenta resolver o difícil caso Deola

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A comissão técnica não conta mais com o futebol de Deola. Marcelo Chamusca entende que o ciclo do atleta terminou no clube. As sucessivas falhas e a atitude reativa do goleiro foram definitivas.

O goleiro continua treinando. É assim que vai ocorrer enquanto estiver sob contrato de empréstimo – vence em novembro deste ano – ainda que seja em horário diverso do elenco principal.

O atual titular, o menino Erivélton, da base, será novamente testado nos dois jogos que restam antes da parada de 20 dias da Série C, em junho, para a disputa da Copa América. O objetivo é observá-lo em ação. Não há urgência, portanto, para contratar um novo goleiro. O certo é que chegará um atleta para a posição, até porque o clube não pode ficar com apenas dois goleiros.

O Palmeiras, que paga parte dos vencimentos de Deola, não o quer de volta agora. A equação para o goleiro sair é complicada e a situação até constrangedora. Todo o departamento de futebol do Fortaleza está empenhado em resolver a sinuca de bico, tanto os que foram contra como os que foram a favor da contratação (internamente não foi unânime a chegada de Deola).

Uma das soluções é arrumar um clube que quisesse contar com o jogador mas, para isso, é preciso a concordância do atleta, do Palmeiras e o acerto salarial. O empresário de Deola está tentando ajudar porque do ponto de vista profissional, a situação que se apresenta é a pior possível. Não está descartada a chance de um acordo financeiro para que ele seja liberado, com o Fortaleza apresentando alguma proposta, até porque, se nada for feito, o clube não terá como deixar de arcar com todas as despesas assumidas.

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