GIRO LUSÓFONO

Lisboa é a cidade lusófona com melhor qualidade de vida, aponta estudo

A capital lusa ficou na 38ª posição, subindo cinco colocações em relação a 2017. (Foto: Freepik)

Segundo a última edição do estudo anual Quality of Living, promovido pela Mercer, Lisboa é a cidade lusófona mais bem colocada na lista das metrópoles com melhor qualidade de vida do mundo. A capital lusa ficou na 38ª posição, subindo cinco colocações em relação a 2017 e ficando à frente de Paris, Londres, Milão, Madri e Barcelona, por exemplo

Brasília, Brasil (108); Rio de Janeiro, Brasil (118); São paulo; Brasil (122); Manaus, Brasil (127); Maputo, Moçambique (182) e Luanda, Angola (201) foram as outras cidades de língua portuguesa citadas no estudo. Ao todo, 231 cidades foram listadas.

Viena (Áustria) lidera o ranking pelo nono ano consecutivo e é seguida por Zurique (Suíça), Auckland (Nova Zelândia) e Munique (Alemanha). Em 5º lugar, Vancouver (Canadá) completa os cinco primeiros lugares e é a cidade com melhor classificação na América do Norte. Singapura (Singapura) e Montevidéu (Uruguai), nas posições 25 e 77, respectivamente, são as cidades mais bem classificadas da Ásia e da América Latina.

Fatores como segurança, serviços de saúde, autoestradas e universidades bem colocadas em rankings mundiais explicam o destaque que a capital de Portugal está a receber internacionalmente. Recentemente, Lisboa foi apontada pela Live and Invest Overseas – publicação de renome dos Estados Unidos – como a melhor e mais barata cidade para se viver no mundo.

E esse reconhecimento tem atraído a atenção do mundo, principalmente de brasileiros. De acordo com a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (Apemip), 24% das vendas para compradores internacionais são feitas para clientes do Brasil. Só no Belas Clube de Campo, empreendimento de brasileiros em Lisboa, o número de vendas para imigrantes do Brasil chega a 60% na nova etapa. “Portugal é um destino natural para brasileiros, por todos os laços históricos que unem os dois países. É um mercado que nos escolheu e a tendência é que essa relação se amadureça ainda mais no setor imobiliário”, diz Gilberto Jordan, CEO do André Jordan Group.

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