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Vida adulta: 5 dicas para trazer vivência do inglês ao cotidiano

É possível aproveitar as atividades corriqueiras com o objetivo de praticar e se divertir enquanto aprimora a língua. (Foto: Divulgação)

A língua inglesa é hoje pré-requisito em muitas entrevistas de emprego, é importante para conhecer diferentes países pelo mundo e tem “status natural” de código de comunicação universal.

Quem está aprendendo na fase adulta, no entanto, pode ter dificuldade em inserir a prática do idioma no dia a dia, em meio a longas horas de trabalho, manutenção do lar e dedicação a familiares e amigos. Por outro lado, é possível aproveitar as atividades corriqueiras com o objetivo de praticar e se divertir enquanto aprimora a língua.

Confira cinco dicas que vão ajudar a trazer a vivência do inglês ao cotidiano

 

1) Crie situações para desenrolar o inglês
É possível trazer experiências similares às de uma viagem internacional com atividades extracurriculares, que expandem o conhecimento e fixam o conteúdo aprendido nas aulas de maneira efetiva e duradoura. É recomendável investir em ferramentas como o CouchSurfing, rede social onde pessoas locais se disponibilizam para mostrar a cidade a viajantes de outros países e trocam experiências; entrar em grupos de discussão estrangeiros no Facebook, WhatsApp etc. para treinar a escrita e a leitura; e até combinar um jantar temático com os amigos do curso, para praticar diferentes sotaques – se o tema for a Inglaterra, por exemplo, dá para aperfeiçoar o sotaque britânico e ainda se esbaldar no fish and chips.

2) Bola na rede e grito de gol é universal, mas e o resto?
A internet possibilita ler jornais e, até mesmo, acessar canais de televisão de fora. Todos os anos, por exemplo, os amantes do futebol se ligam na Champions League para acompanhar seus times e ídolos do esporte europeu. Em vez de assistir aos jogos por meio de canais brasileiros, o estudante pode sintonizar rádios e canais estrangeiros pela internet e ouvir os comentários para treinar uma compreensão mais aguçada com a pronúncia acelerada dos narradores.

3) Os pequenos têm muito a ensinar
Supondo que tanto os filhos quanto os pais estão aprendendo inglês ao mesmo tempo. Como grande parte da rotina dos adultos inclui os pequenos, “trocar figurinhas” com eles também é um jeito de ambos treinarem. Um simples “o que você viu na aula hoje?” durante a semana já dá início a uma conversa que trará conhecimento sobre o idioma, como verbos e expressões que não fazem parte do cotidiano e são importantes de gravar na memória. No caso dos adolescentes, vale a pena acompanhar com eles uma série que gostem ou, até mesmo, ouvir junto algum jovem ídolo estrangeiro ao longo do dia. Além de aprimorar as habilidades, é uma maneira de estreitar os laços com eles.

4) Netflix and chill
O paraíso dos filmes e seriados talvez seja o caminho mais divertido e descontraído para aprender. Quando o nível já é intermediário ou avançado, e o conhecimento básico está enraizado, o caminho fica mais florido e já é possível maratonar Game of Thrones ou relembrar séries que marcaram a adolescência, como Friends, e dar risadas com piadas que passaram batidas naquela época. Caso não seja tão fácil assim, vale ativar as legendas em inglês para evitar que palavras e expressões passem despercebidas – não necessariamente para anotar cada uma delas e pesquisar o significado depois, mas com o objetivo de aguçar a interpretação e compreender o idioma pelo contexto. Para quem não sabe qual é o seu nível e deseja ingressar em um curso, vale fazer um teste de nivelamento.

5) “Hey, Siri!”
Além de aplicativos e plataformas, um caminho simples de estar em contacto constante com o idioma é alterá-lo nos eletrônicos e redes sociais. Basta mudar a configuração, principalmente dos smartphones e notebooks, do português para o inglês e ir aprendendo as funcionalidades e palavras aos poucos. Além disso, conversar com a Siri (Apple) ou a Google Assistente (Google) sempre rende boas risadas. O melhor é que dá para fazer isso em qualquer momento: seja na fila do mercado, espera do dentista, metrô ou durante o intervalo do almoço.

Com informações do CCAA.

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