Plínio Bortolotti

Xuxa dorme na guarita do Castanhão

Xuxa, depois de prenha, ficou preguiçosa. Foto: Plínio

Xuxa, depois de prenha, ficou preguiçosa. Foto: Plínio

É, de fato, um espetáculo ver o mar de água do maior açude do Brasil: o Castanhão. Chegamos lá no dia 17/6/2009, pela manhã.

Enquanto esperamos para entrar [turistas e visitantes passam direto, mas o adesivo “Reportagem O POVO” nas laterais laterais co arro fez o vigilante nos para: “Reportagem e foto só com autorização”.

Enquanto esperamos os trâmites, entram várias pessoas com máquina fotógrafica. “E se chegássemos sem os adesivos”, pergunto. “A gente ia notar que era reportagem e ‘chegava junto'”.

Fico por ali olhando uma vira-lata deitada no chão da guarita. Pergunto qual o nome da cachorra, o guarda, meio sem graça: “O pessoal chama ela de Xuxa, porque é amarela”.

– É sua?

“É daqui, da guarita”.

– Ela passa o tempo todo deitada?

“Não, é que ela ficou meio preguiçosa depois que ficou prenha.

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