Plínio Bortolotti

Jornalismo investigativo renova-se com as novas tecnologias da informação

Interessante matéria escrita por Jessi Weiss, editora da Rede de Jornalistas Internacionais [IJNet].

Ela fala da renovação pela qual passa a reportagem investigativa.

Enquanto, no passado, os repórteres trabalhavam a maior parte do tempo sozinhos, “apenas com um bloco de anotação ou gravador”, é cada vez maior o número de jornalistas que colaboram com redes regionais e entre fronteiras.

O texto cita matéria produzida pelo International Consortium of Investigative Journalists [Icij] sobre o comércio ilegal de cigarros, na qual trabalharam 22 repórteres em diferentes 14 países.

Foram levantadas irregularidades na China, Rússia, Pasquistão e “até em reservas indígenas em Nova York”, em 13 meses de investigação.

O produto final, a reportagem “Tobacco Underground” [em tradução livre, “tabaco clandestino”] “revela um tráfico ilícito multibilionário que leva a crimes, corrupção, terrorismo e doenças pelo mundo”.

O texto ainda anota que, “em uma época em que os jornais estão cortando custos, os centros investigativos sem fins lucrativos são os principais responsáveis pelo alcance das reportagens”. Autalmente, existem mais de 50 desses centros em todo o mundo; mais da metade criada depois de 2000.

Veja aqui o texto completo.

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