Plínio Bortolotti

Demasiado humano?

"Estudos para um totem da cultura #2", de Hélio Rôla

No sábado, Hélio Rôla, de quem recebi a ilustração e o texto.

Demasiado humano?

«…o homem, diverso a tal ponto que se pensava ler, exclusivamente no gênero humano, a classificação total dos seres vivos, via ramificações e espécies, é sempre e em toda parte o mesmo: ferido, dolorido, tímido. Afinal de contas não mau de todo, se formos ao fundo. Geralmente de dar dó; mentiroso, mau, cheio de vícios, cruel, por fraqueza ou defeito; arrogante e dominador por erro. Contador de vantagens, obediente, e, se ninguém pisoteá-lo demais, corajoso e forte, estúpido e bravo. Infeliz, no cômputo total, e, estatisticamente, de modo geral, em essência, ontologicamente, objetivamente digno de pena» [Michel Serres – “Luzes” – Unimarco, pg 243]

A propósito, o Hélio Rôla reativou seu blog, no endereço: http://rolanet.blogspot.com [De vez em quando irei lá para roubrar uma ilustração. : )]

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