Plínio Bortolotti

Sou cidadão cearense: de fato e de direito

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Deputado Adahil Barreto, a quem agradeço por ver em mim méritos para me considerar cidadão cearense

Quem tem a paciência de acompanhar minhas escrivinhações por este blog, sabe que evito falar de questões pessoais. Acredito naquela máxima de que o trabalho do jornalista é contar a história dos outros.

No entanto, pela felicidade do presente que acabo de ganhar, vou abrir exceção: a Assembleia Legislativa me concedeu hoje o título de Cidadão do Ceará. A proposta foi do deputado Adahil Barreto, a quem manifesto minha imensa gratidão.

Confesso que tinha o secreto desejo – tão secreto que nunca o havia manifestado a ninguém – de ser considerado, de direito, cidadão do Ceará; pois, de fato, há muito tempo já me considero assim.

O título me é ainda mais honroso pois fui indicado a ele por um deputado com tenho tenho boas relações – devido ao meu trabalho – mas pouquíssima proximidade. Portanto, ele deve ter visto algum mérito em mim para apresentar a proposta.

Hoje o deputado me telefonou informando que a sua proposição fora aprovada na Assembleia. Agradeci-lhe, sinceramente emocionado – e ele respondeu que o tinha feito por ver méritos em meu trabalho de jornalista: “Se não fosse assim eu não faria”.

Fiquei pensando e creio mesmo que faço um trabalho decente como jornalista, mas talvez não tanto que pudesse me habilitar ao título. Mas, sem modéstia, decidi que o mereço, se não pelo pelo esforço de meu trabalho, mas pelo tanto que gosto e sou agradecido ao Ceará.

Com certeza o certificado de Cidadão Cearense ganhará dois quadros: um ficará na minha casa; o outro, na sala em que trabalho no O POVO.

Aqui o Diário Oficial em que meu título foi votado, junto com o da presidente Dilma Rousseff. : )

Abaixo o projeto de lei sobre o qual a Assembleia aprovou o título.

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