Plínio Bortolotti

Carretões da Indaiá

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De Hélio Rôla, o guardião do sossego da Lagoa Redonda, recebi o texto e a foto.

Fortaleza, terra de ninguém…Carretões da Indaiá

«Amigo Plínio Bortolotti, veja só: os caminhões peso pesado, carretões, que trabalham para a Indaiá (Empresa de água) a despeito da área que a empresa dispõe estacionam na via pública, isto é, na rua Francisco Matias [Lagoa Redonda] e lá passam dias e noites, em frente ao portão da Indaiá, justo no entroncamento dessa via com a avenida que leva à praia da Sabiaguaba…

Como se vê na foto, cedo da manhã, sem trânsito ainda, esse é o único espaço e ainda mais sem calçada de que dispõem os moradores da região que por ali passam levando crianças a pé ou em bicicletas para a escola e em outras viagens próprias do ir-e-vir das suas rotinas de vida… Dias atrás falei com uma pessoa da segurança da empresa reclamando da situação e ela, um senhor uniformizado me disse que a empresa não acata nem promove tal conduta por parte dos motoristas…muito bem, mas o caminhões continuam abusando e degradando o viver dessa comunidade…

Se a empresa Indaiá não consegue disciplinar a conduta dos motoristas que trabalham para ela quem poderá fazer algo para remover tal abuso? Além disso, devo ressaltar a “direção perigosa e abusiva” advinda de todos os veículos que trabalham para a Indaiá principalmente ao longo da rua Francisco Matias… Saudações da pARTE do Hélio Rôla.»

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