Plínio Bortolotti

Ana Miranda: “A linguagem aprisiona tudo”

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Ana Miranda e Socorro Acioli (clique para ampliar)

Nos Diálogos O POVO & Cultura realizado ontem, falou a escritora Ana Miranda, em conversa mediada por outra escritora, Socorro Acioli.

Fiz pouquíssimas anotações – algumas frases esparsas -, mas creio que vale a pena dividi-las com os eventuais leitores.

Como o tema era “Literatura e cidade”, Ana fez um breve histórico citando alguns escritores que trataram dessa relação em suas obras: Baudelaire, Carlos Drummond de Andrade, Machado de Assis, Gregório de Matos, João do Rio e Rubem Fonseca (os que lembro de memória).

Depois, Socorro puxou a conversa para as crônicas que Ana publica no O POVO e que tratam de Fortaleza. Foi aí que anotei algumas frases:

? “A linguagem aprisiona tudo”
? “Minha experiência com Fortaleza está se tornando candente
? “Desde os meus primeiros livros eu tento escrever sobre o Ceará” (respondendo a uma pergunta sobre por que não havia nenhum livro seu sobre. E lembrou da promessa que fez a Rachel de Queiroz de escrever um livro sobre o assunto.)
? “Você é uma escritora da linguagem, da imaginação” (Ana reproduz uma frase, em relação da ela, de Lygia Fagundes Teles.)
? “Não existe nenhum outro caminho da literatura a não ser mergulhar dentro de você mesmo, cada vez mais”
? “O grande tema de minha obra é o exílio, que é terrível e maravilhoso (pois permite) sonhar com o que você ama”

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