Plínio Bortolotti

“Papel e película queimam depressa”: há saída para o jornalismo e o cinema na “fogueira midiática”?

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O papel e a película já estão na lata de lixo da história? O jornalismo impresso e o cinema vão superar as crises de seus suportes e conseguir se reinventar digitalmente? Estamos assistindo ao ocaso de duas mídias
fundamentais do século XX que perderam seu sentido frente às tecnologiascontemporâneas?

Como jornalistas e cineastas poderiam se adaptar aos novos tempos, em que as relações baseadas na materialidade e nas antigas fronteiras políticas e geográficas estão destruídas? O que vai acontecer depois do incêndio
midiático provocado pela internet?

Artigos

Os dois parágrafos acima são parte da apresentação do livro Papel e película queimam depressa: como o cinema e o jornalismo impresso tentam escapar da fogueira midiática do novo século, e-book da Editora Universitária da PUCRS, organizado por Beatriz Dornelles e Carlos Gerbase.

São 13 artigos de estudiosos do assunto, divididos em duas partes “Cinema” e “Jornalismo Regional, Jornalismo de Revista e Cidadania”. Um dos textos tem a assinatura do professor Jamil Marques, do curso de Comunicação da Universidade Federal do Ceará (UFC).

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