Política

Acusado de pedir propina, Arialdo rebate: “sem provas e com forte cunho político”

O secretário Arialdo Pinho rebateu as acusações de Wesley Batista. Foto:

O secretário estadual de Turismo, Arialdo Pinho, rebateu, através de nota, o conteúdo da delação premiada do empresário Wesley Batista, um dos sócios da JBS, em que acusa o chefe da pasta de pedir, em nome de Cid Gomes (PDT), R$ 20 milhões para a campanha do governador Camilo Santana (PT). O pedido teria sido feito na companhia do secretário de relações institucionais, o deputado federal licenciado Antônio Balhmann (PDT).

De acordo com Arialdo, “não existe” contra ele “nenhum procedimento formal de investigação ou acusação em processo judicial”. A acusação, argumenta, é “sem provas e com forte cunho político”.

“Essa delação foi noticiada pela imprensa, a única fonte de informação até o momento. Por isso, seria, como de fato é, uma imprudência rebater essa acusação que ensaiam contra mim sem um conhecimento pleno do que existe e foi apurado”, escreveu.

O secretário disse ainda que “por essa razão” se reserva ao direito de responder “apenas ao que tiver conhecimento preciso”. “Não se faz acusação nem defesa senão na certeza dos fatos e na plenitude do conhecimento”, diz.

O secretário Balhmann, também se manifestou através de nota, no último sábado, 20, negando que a doação de R$ 1,6 milhão à campanha dele em 2014 tenha sido fruto de “favores espúrios”, mas “sim em função do trabalho desenvolvido por ele desde o primeiro mandato quando foi um dos fundadores da Frente parlamentar de Apoio ao Setor Coureiro Calçadista na Câmara Federal”.

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