Radar do Comércio

Novas perspectivas para o varejo cearense

(Foto: Divulgação/NRF)

Uma das maiores feiras de varejo do mundo, a NRF Retail’s Big Show 2019 apresentou tendências de inovação e gestão. Presidente do Sistema Fecomércio participou do evento

Durante os dias 13 e 15 de janeiro, a cidade de Nova York recebeu o NRF Retail’s Big Show, evento anual com palestras e tendências de tecnologia e inovação voltadas ao varejo. Em 2019, o NRF chegou a sua 108ª edição. Neste ano, o presidente do Sistema Fecomércio, Maurício Filizola, participou da feira. A ocasião proporcionou uma análise dos principais rumos do setor para o futuro.

De acordo com Filizola, um dos principais benefícios de participar do evento foi a oportunidade de trocar experiências que agregam ao mercado cearense. “Antes, diziam que o varejo físico ia acabar ou diminuir; e lá vimos que isso é algo que não aconteceu. O que existe é a reinvenção, o uso de tecnologias para coordenar os canais digitais. Isso é fomentado no varejo estadunidense e mundial e vimos, na prática, como eles crescem por meio dessa adaptação”, afirma.

Maurício fala como foi feita a comparação com mercado cearense para entender como implementar ou adaptar esse modelo para o Estado com as tendências aplicadas pelo mundo. “São culturas diferentes. Na NRF, aprendemos a ver qual o caminho que o mercado está tomando, trazer inovações para nossas escolas Sesc e Senac, e crescer na formação educacional e profissional”, aponta.

O presidente pontua que o foco é a formação humana e o cuidado com os relacionamentos criados a partir da compra e venda. “Isso ficou forte nas nossas visitas técnicas. Aprendemos a fazer uso de tecnologias que registram a presença de clientes e por onde eles passaram, unindo espaço físico e virtual, e criando um contato mais próximo com o comprador.”

Maurício informa que em 2019 a Fecomércio trará para o mercado uma nova escola na área de tecnologia e inovação. “Vamos aplicar o que foi aprendido no nosso dia a dia, visando parcerias na área de inovação com grandes grupos como Google e Microsoft e trazer essas empresas para aplicar sua linha de gestão por meio do Senac”, observa.

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