Vai, forrozão

Tio e empresário de MC Loma se pronuncia sobre contratos e cachês

(Foto: Reprodução/Instagram)

Após a polêmica sobre o aumento do cachê de MC Loma e as Gêmeas Lacração, o tio e empresário da pernambucana, Ricardo Figueirôa esclareceu a situação. As informações são Jornal do Commercio. Tudo começou após um show em Maceió, em Alagoas, marcado para o dia 10 de março próximo, na boate The Place, ser cancelado.

“No dia 21 de janeiro entramos em contato com a produção da artista para realizar um show para cidade de Maceió e iniciamos as negociações que foram encerradas no outro dia (22 de janeiro). […] Alguns dias atrás recebemos algumas ligações de outros produtores de cidades próximas todos desesperados, pois a artista estava próximo ao evento pedindo um valor absurdo chegando a ser 60x a mais do que tinha acordado para essas cidades”, diz a postagem.

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“Tentamos contato com o empresário dela por inúmeras vezes por telefone e WhatsApp e o mesmo nunca retornou, após três dias de tentativas conseguimos contato com a empresa Start Music onde estão hoje responsáveis pelo gerenciamento da carreira da cantora e a mesma informou que para manter o show de Maceió precisaríamos pagar 20x mais o combinado e que não tinha nenhum tipo de acordo para a mesma cumprir essa data a não ser pagar um valor bem mais alto”, continua o texto.

“Tentamos durante uma semana entrar em um acordo inclusive com o próprio empresário (Ricardo) ao qual dessa vez respondeu nossas mensagens mas não chegamos em lugar algum. Tivemos nossa postagem deletada de suas redes e a resposta final foi ou paga mais ou ela não aparece no show. Inclusive a data ao qual tínhamos reservado foi vendida para outra cidade sem nenhum comunicado ou satisfação”, conclui o comunicado.

Ao Jornal do Commercio, Ricardo Figueirôa explicou que por não ter assinado qualquer tipo de contrato previamente, e a negociação informal ter sido realizada antes de MC Loma e as Gêmeas Lacração ficarem profissionalmente sob a responsabilidade da Start Music (escritório paulista que agora gerencia a carreira do trio) o acordo não teria validade.

“O diálogo com a casa de festas consistia em negociações preliminares, sem qualquer vinculação que obrigasse a realização de um evento. Em nenhum momento houve assinatura de contratos ou depósitos de qualquer valor por conta da casa de festas, de modo que tudo não passou de uma mera conversação sobre a possibilidade de um show na cidade de Maceió e de outras cidades negociadas. Ressalto que não houve qualquer intenção de prejudicar a casa, pois se tratava apenas de um projeto de desenvolvimento artístico da MC Loma”, disse Ricardo ao Jornal do Commercio.

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