Ancoradouro

O Outro Lado do Arco Íris

Nesta semana muitos grupos ligados ao movimento gay fizeram manifestações pelo país. Republico um artigo que aborda algumas questões sobre o tema.

 

  A cultura homossexual busca incutir que o homossexualismo não é uma opção, mas um dado ontológico. Estatísticas e pesquisas científicas mirabolantes são levantadas  e apresentadas na opinião pública como uma que apareceu ano passado, cujo resultado é a afirmação que o cérebro de um homossexual é semelhante ao de uma mulher heterossexual. Deste modo explica a homossexualidade como um fator determinado e determinante.

A mass mídia, na maioria das vezes, divulga as notícias relacionadas ao homossexualismo com ênfase e repetição. Os folhetins, por sua vez apostam nas separações dos casais e uniões felizes para sempre de pessoas do mesmo sexo. Por um lado combate-se o matrimônio e por outro apóia o casamento gay. Estranho, não¿ Ideias que são repetidas até parecer coisa comum.

O sistema de saúde pública brasileiro, sabemos, é ineficaz, impotente e falho no atendimento a muitas necessidades básicas à população, por outro, apresenta-se como financiador das cirurgias de mudança de sexo a quem quiser. Cada mutilação despenderá em torno de R$ 12.000,00  aos cofres públicos.

A palavra homofobia, cujo significado no dicionário de Aurélio Buarque é, “aversão a homossexuais ou ao homossexualismo”, torna-se um léxico politicamente correto para impor, respaldado pela lei, uma ditadura da cultura gay. O simples fato de não se concordar com uma postura homossexual, a pessoa é, não rara vezes, considerada homofóbica, o que é bem diferente do significado da palavra.

Por trás da bandeira do arco íris parece existir uma gama de interesses escusos movidos por aproveitadores, entre eles, alguns políticos, interessados em voto, outros, o holding empresarial gay que fatura milhões com esse mercado e simpatizantes. Estes mobilizam todos os setores da sociedade e criticam ferrenhamente os discordantes.

Enquanto isso milhares de pessoas, profundamente amadas por Deus, sofrem no silêncio de suas consciências por não terem a coragem de nadar contra a maré e encontrar a verdadeira felicidade, aspiração pulsante no coração de cada pessoa. Sou da opinião que a felicidade é plena quando, cada um, na sua identidade original faz a experiência do seu dom de si.

Ultrapassar o arco íris não é algo inatingível por quem não está satisfeito em sua condição homossexual. Existe uma gama de profissionais dispostos a ajudarem superar esse sofrimento, muito embora o exercício de sua funções sejam perseguidas pelos ativistas pró-gay como foi o  caso da psicóloga Rozângela Justino.

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Nenhum comentário

  • Zecca Cherman disse:

    Creio que, em alguns aspectos, o seu artigo esteja correto. Entretanto, não sei como seria o seu discurso caso dentro de você existisse um sentimento (falo de sexualidade) homosexual.
    Não sou ativista gay e não acho que uma bandeira de arco-íris seja símbolo de pessoas bem resolvidas. Sou alguem que já tentou de diversas formas descobrir um maneira de não “optar” pela homosexualidade e nessa luta eu perdi muito mais do que ganhei.
    Dá pra não ser tão tachativo quando o assunto envolve o que o outro sente? Para os dois lados do arco-íris…

  • Me desculpe a franquesa, mas o cara pode cortar o que quiser, mas ele não será uma mulher. Se a pessoa não se aceita, mutilar-se não vai resolver o seu problema.

  • Igor Valenti disse:

    Existe uma gama de profissionais dispostos a ajudarem superar esse sofrimento…

    Eu fico impressionado! E olhe que poucas coisas me chocam nos dias de hoje.

  • Victor Leão disse:

    Respeitar a opção sexual dos outros é dever de todos, mas apoiar o homossexualismo é outra estória, e é isso que a mídia brasileira está fazendo. As crianças e até alguns adultos são altamente influenciáveis, tornando-se essa apologia ao homossexualismo feito pela televisão brasileira uma arma nociva à nossa sociedade.

  • Marco Antonio (Marquinho) disse:

    Penso, que a aitude mais coerente que temos que ter a esse respeito é a seguinte: precisamos entender que os conflitos são inerentes a toda e qualquer “identidade”. E já que é assim. Não concordo que exista uma “identidade original”. Pois,faz parte de “nós” a todo momento o conflito. Portanto, não podemos negar o conflito que vivemos em nossas experiências.Sendo assim, o “ser heterosessual homossexual, lésbica, bissexual, transgênero…. dentre outras “identidades” que construímos no decorrer de nossas vivências(pessoais e coletivas) devem ser vistas como fruto do nosso processo histórico e não como algo “natural”.E ainda, vistos como escolhas que fazemos e sendo assim, temos que ser responsáveis por nossas escolhas. Pois, elas sempre terão implicações. Posto que são fruto de conflitos eternos.Dessa forma,entendo que a questão vai muito além de “respeitar” ou não uma escolha. Mas,ser coerente com as posições que construímos para nós e para os outros.

  • Ricardo disse:

    Vanderlucio, psicologos/psiquiatras tambem podem resolver seu problema.

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