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Fato segundo historiador: a marca Igreja Católica agrega um valor impressionante

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newsO canal Globo News apresentou um programa especial sobre análise do Conclave nesta segunda-feira, dia 12. Um dos convidados, o historiador da Unicamp, Leandro Karnal,  se destacou – mais que o padre que debatia com ele, inclusive – por suas respostas elaboradas e precisas.

A apresentadora do programa Mônica Waldvogel começa pedindo a opinião do historiador sobre a atual crise que vive a Igreja, instituição que, segundo ela, é uma sucessão de escândalos. Confira a resposta do professor:

” Eu acredito que a ideia de  uma crise inédita, de proporções enormes como nunca vista na história  é uma ideia muito mais construída pela mídia do que pela própria percepção da Igreja. Em termos morais, de influência política e em vários outros aspectos a Igreja vive um tempo bem melhor do que no século XIX, por exemplo, onde os liberais tinham mais crença no fim da instituição.Escândalos sexuais hoje são muito menores do que eram no passado. A crise é  muito midiática. Hoje não existe uma crise de unidade na Igreja”.

Mônica parte para o assunto dos católicos que se distanciam da Igreja, talvez pela influência do mundo secular. Leandro Karnal é cirúrgico em seu comentário.

” A Igreja tem um mérito a ser defendido. Uma instituição que dura mais do que qualquer uma outra do Ocidente e dura do jeito a existir bem com bastante número de fieis eu acredito que tenha o mérito da permanência”.

Sobre a perda de fieis outra resposta precisa.

“Vamos ao fato. Esta instituição que encolheu numericamente, como falado,  ocupa todos os jornais hoje, ocupa este nosso programa, ocupa a atenção das pessoas e, outras instituição que não encolheram tanto, não ocupam tanto espaço, ou seja, já que a propaganda é uma palavra de origem católica, a propaganda garante que a marca Igreja Católica tem um valor agregado impressionante, porque os jornais só falam nisso, como se estivéssemos em pleno teocentrismo medieval”, finaliza.

Confira a íntegra da entrevista, aqui.

 

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7 Comentários

  • Mirian torres cordeiro disse:

    A participação do historiador foi brilhante!!! Não entendi que o outro participante fosse um padre.
    Foi um dos melhores debates que assisti sobre o assunto. parabéns a todos
    Mírian

  • Lilian e Dani disse:

    Eu tive o prazer de assistir o depoimento na hora exata em que ele falava.

    Impressionante, emocionante e alentador. Esta Igreja definitivamente não é obra de homens. Não pode ser vencida. Não pode ser destruída. Não envelhece. Quanto mais atacada, mais caluniada, recupera ainda mais o seu vigor.

    Quando parecia morta, eis que tudo começa outra vez. Mais alegria, novos milagres, Missas repletas com o novo Papa e os inimigos da Igreja corroendo-se por dentro.

    Afinal alguém disse e não fui eu: “Não existe a religião cristianismo. Existe a Igreja Católica e seus inimigos.”

    Sai o intelectual Bento XVI que trouxe a Igreja de volta ao porto seguro e entra Francisco que comove, impressiona e trás alegria e esperança.

    E assim a Igreja dos 2.000 anos atravessa os séculos e todos interessam-se por aquilo que ela prega e por aquilo que ela ensina.

    E os inimigos ???

    Eles vão caindo um a um. Hitler, Stalin, Guevara. Antes, Voltaire e Napoleão Bonaparte. Agora Chaves…

    Quem mais se habilita a desafiar a igreja que Jesus Cristo comprou com o seu sangue ?

    Viva a Santa Igreja !!!

    Viva a Una, Santa, Católica e Apostólica Igreja !

    E viva o Papa !

    Viva Francisco !

    Viva Bento XVI !

    Salve Maria !

    Glória ao Pai, Glória ao Filho, Glória ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e para sempre e pelos séculos dos séculos, amém.

  • Lucas Lima disse:

    Leandro Karnal é Católico?

  • Pedro Oliveira disse:

    Não sei se ele é católico, mas quando vi esses comentários aqui e, também, na época havia assistido a entrevista, entendi bem melhor. Fiquei chocado com as palavras do historiador. Ele estava mais parecido com um padre que parecia defender a Igreja, e também fiquei novamente chocado, agora, quando soube que o outro entrevistado era padre. Este parecia mais um inimigo da Igreja do que propriamente um padre. Dei gargalhadas agora disso.kkkkkkkkkkkkkkkk Enfim, as palavras do historiador são profundas e certeiras, deduz-se que a Igreja não pode ser vencida, o mal contra ela não tem força ou poder. É impressionante que alguém que aparentemente está fora da Igreja que não parece fazer parte dela tenha uma visão tão profunda daquilo que o Cristo falou: Que as portas do inferno jamais prevalecerão contra Ela…..nem mesmo os protestantes…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Alex Hoffmann disse:

    E eis que isto se torna algo mais que interessante, também não se pode elogiar, nem criticar, mas contemplamos a beleza e grandeza de nosso Senhor Jesus Cristo, o que vem de Deus, homem nenhum consegue destruir, pode tentar, mas no final, até as pedras falam, nós católicos deveríamos ficar envergonhados, eu principalmente, o cara fez melhor que eu. Mas, no fim, somente por Jesus Cristo, somente por Deus e pelo Espírito Santo, tirar de um mal um bem maior.

  • Frederico Teixeira Rezende disse:

    Ele foi católico! rs.
    Foi padre Jesuíta…
    Hoje se diz ateu!

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