{"id":13879,"date":"2012-12-25T01:54:25","date_gmt":"2012-12-25T04:54:25","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/ancoradouro\/?p=13879"},"modified":"2012-12-25T01:54:25","modified_gmt":"2012-12-25T04:54:25","slug":"missa-do-galo-integra-da-homilia-do-papa-bento-xvi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/2012\/12\/25\/missa-do-galo-integra-da-homilia-do-papa-bento-xvi\/","title":{"rendered":"Missa do Galo] \u00cdntegra da homilia do Papa Bento XVI"},"content":{"rendered":"<p>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s!<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/ancoradouro\/missa-do-galo-integra-da-homilia-do-papa-bento-xvi\/papa9\/\" rel=\"attachment wp-att-13880\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-13880\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/uploads\/sites\/64\/2012\/12\/papa9-300x156.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"156\" \/><\/a>A beleza deste Evangelho n\u00e3o cessa de tocar o nosso cora\u00e7\u00e3o: uma beleza que \u00e9 esplendor da verdade. N\u00e3o cessa de nos comover o facto de Deus Se ter feito menino, para que n\u00f3s pud\u00e9ssemos am\u00e1-Lo, para que ous\u00e1ssemos am\u00e1-Lo, e, como menino, Se coloca confiadamente nas nossas m\u00e3os. Como se dissesse: Sei que o meu esplendor te assusta, que \u00e0 vista da minha grandeza procuras impor-te a ti mesmo. Por isso venho a ti como menino, para que Me possas acolher e amar.<\/p>\n<p>Sempre de novo me toca tamb\u00e9m a palavra do evangelista, dita quase de fugida, segundo a qual n\u00e3o havia lugar para eles na hospedaria. Inevitavelmente se p\u00f5e a quest\u00e3o de saber como reagiria eu, se Maria e Jos\u00e9 batessem \u00e0 minha porta. Haveria lugar para eles? E recordamos ent\u00e3o que esta not\u00edcia, aparentemente casual, da falta de lugar na hospedaria que obriga a Sagrada Fam\u00edlia a ir para o est\u00e1bulo, foi aprofundada e referida na sua ess\u00eancia pelo evangelista Jo\u00e3o nestes termos: \u00abVeio para o que era Seu, e os Seus n\u00e3o O acolheram\u00bb (Jo 1, 11). Deste modo, a grande quest\u00e3o moral sobre o modo como nos comportamos com os pr\u00f3fugos, os refugiados, os imigrantes ganha um sentido ainda mais fundamental: Temos verdadeiramente lugar para Deus, quando Ele tenta entrar em n\u00f3s? Temos tempo e espa\u00e7o para Ele? Porventura n\u00e3o \u00e9 ao pr\u00f3prio Deus que rejeitamos? Isto come\u00e7a pelo facto de n\u00e3o termos tempo para Deus. Quanto mais rapidamente nos podemos mover, quanto mais eficazes se tornam os meios que nos fazem poupar tempo, tanto menos tempo temos dispon\u00edvel. E Deus? O que diz respeito a Ele nunca parece uma quest\u00e3o urgente. O nosso tempo j\u00e1 est\u00e1 completamente preenchido. Mas vejamos o caso ainda mais em profundidade. Deus tem verdadeiramente um lugar no nosso pensamento? A metodologia do nosso pensamento est\u00e1 configurada de modo que, no fundo, Ele n\u00e3o deva existir. Mesmo quando parece bater \u00e0 porta do nosso pensamento, temos de arranjar qualquer racioc\u00ednio para O afastar; o pensamento, para ser considerado \u00abs\u00e9rio\u00bb, deve ser configurado de modo que a \u00abhip\u00f3tese Deus\u00bb se torne sup\u00e9rflua. E tamb\u00e9m nos nossos sentimentos e <a href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/ancoradouro\/missa-do-galo-integra-da-homilia-do-papa-bento-xvi\/papa8\/\" rel=\"attachment wp-att-13881\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-large wp-image-13881\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/uploads\/sites\/64\/2012\/12\/papa8-550x344.jpg\" alt=\"\" width=\"524\" height=\"327\" \/><\/a>vontade n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para Ele. Queremo-nos a n\u00f3s mesmos, queremos as coisas que se conseguem tocar, a felicidade que se pode experimentar, o sucesso dos nossos projectos pessoais e das nossas inten\u00e7\u00f5es. Estamos completamente \u00abcheios\u00bb de n\u00f3s mesmos, de tal modo que n\u00e3o resta qualquer espa\u00e7o para Deus. E por isso n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o sequer para os outros, para as crian\u00e7as, para os pobres, para os estrangeiros. A partir duma frase simples como esta sobre o lugar inexistente na hospedaria, podemos dar-nos conta da grande necessidade que h\u00e1 desta exorta\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo: \u00abTransformai-vos pela renova\u00e7\u00e3o da vossa mente\u00bb (Rm 12, 2). Paulo fala da renova\u00e7\u00e3o, da abertura do nosso intelecto (nous); fala, em geral, do modo como vemos o mundo e a n\u00f3s mesmos. A convers\u00e3o, de que temos necessidade, deve chegar verdadeiramente at\u00e9 \u00e0s profundezas da nossa rela\u00e7\u00e3o com a realidade. Pe\u00e7amos ao Senhor para que nos tornemos vigilantes quanto \u00e0 sua presen\u00e7a, para que ou\u00e7amos como Ele bate, de modo suave mas insistente, \u00e0 porta do nosso ser e da nossa vontade. Pe\u00e7amos para que se crie, no nosso \u00edntimo, um espa\u00e7o para Ele e possamos, deste modo, reconhec\u00ea-Lo tamb\u00e9m naqueles sob cujas vestes vem ter connosco: nas crian\u00e7as, nos doentes e abandonados, nos marginalizados e pobres deste mundo.<\/p>\n<p>Na narra\u00e7\u00e3o do Natal, h\u00e1 ainda outro ponto que gostava de reflectir juntamente convosco: o hino de louvor que os anjos entoam depois de anunciar o Salvador rec\u00e9m-nascido: \u00abGl\u00f3ria a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens do seu agrado\u00bb. Deus \u00e9 glorioso. Deus \u00e9 pura luz, esplendor da verdade e do amor. Ele \u00e9 bom. \u00c9 o verdadeiro bem, o bem por excel\u00eancia. Os anjos que O rodeiam transmitem, primeiro, a pura e simples alegria pela percep\u00e7\u00e3o da gl\u00f3ria de Deus. O seu canto \u00e9 uma irradia\u00e7\u00e3o da alegria que os inunda. Nas suas palavras, sentimos, por assim dizer, algo dos sons melodiosos do c\u00e9u. No canto, n\u00e3o est\u00e1 subjacente qualquer pergunta sobre a finalidade; h\u00e1 simplesmente o facto de transbordarem da felicidade que deriva da percep\u00e7\u00e3o do puro esplendor da verdade e do amor de Deus. Queremos deixar-nos tocar por esta alegria: existe a verdade; existe a pura bondade; existe a luz pura. Deus \u00e9 bom; Ele \u00e9 o poder supremo que est\u00e1 acima de todos os poderes. Nesta noite, deveremos simplesmente alegrar-nos por este facto, juntamente com os anjos e os pastores.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/ancoradouro\/missa-do-galo-integra-da-homilia-do-papa-bento-xvi\/papa7\/\" rel=\"attachment wp-att-13882\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-13882\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/uploads\/sites\/64\/2012\/12\/papa7-300x219.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"219\" data-srcset=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/uploads\/sites\/64\/2012\/12\/papa7-300x219.jpg 300w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/uploads\/sites\/64\/2012\/12\/papa7-120x88.jpg 120w, https:\/\/blogs.opovo.com.br\/ancoradouro\/wp-content\/uploads\/sites\/64\/2012\/12\/papa7.jpg 480w\" data-sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>E, com a gl\u00f3ria de Deus nas alturas, est\u00e1 relacionada a paz na terra entre os homens. Onde n\u00e3o se d\u00e1 gl\u00f3ria a Deus, onde Ele \u00e9 esquecido ou at\u00e9 mesmo negado, tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 paz. Hoje, por\u00e9m, h\u00e1 correntes generalizadas de pensamento que afirmam o contr\u00e1rio: as religi\u00f5es, mormente o monote\u00edsmo, seriam a causa da viol\u00eancia e das guerras no mundo; primeiro seria preciso libertar a humanidade das religi\u00f5es, para se criar ent\u00e3o a paz; o monote\u00edsmo, a f\u00e9 no \u00fanico Deus, seria prepot\u00eancia, causa de intoler\u00e2ncia, porque pretenderia, fundamentado na sua pr\u00f3pria natureza, impor-se a todos com a pretens\u00e3o da verdade \u00fanica. \u00c9 verdade que, na hist\u00f3ria, o monote\u00edsmo serviu de pretexto para a intoler\u00e2ncia e a viol\u00eancia. \u00c9 verdade que uma religi\u00e3o pode adoecer e chegar a contrapor-se \u00e0 sua natureza mais profunda, quando o homem pensa que deve ele mesmo deitar m\u00e3o \u00e0 causa de Deus, fazendo assim de Deus uma sua propriedade privada. Contra estas deturpa\u00e7\u00f5es do sagrado, devemos estar vigilantes. Se \u00e9 incontest\u00e1vel algum mau uso da religi\u00e3o na hist\u00f3ria, n\u00e3o \u00e9 verdade que o \u00abn\u00e3o\u00bb a Deus restabeleceria a paz. Se a luz de Deus se apaga, apaga-se tamb\u00e9m a dignidade divina do homem. Ent\u00e3o, este deixa de ser a imagem de Deus, que devemos honrar em todos e cada um, no fraco, no estrangeiro, no pobre. Ent\u00e3o deixamos de ser, todos, irm\u00e3os e irm\u00e3s, filhos do \u00fanico Pai que, a partir do Pai, se encontram interligados uns aos outros. Os tipos de viol\u00eancia arrogante que aparecem ent\u00e3o com o homem a desprezar e a esmagar o homem, vimo-los, em toda a sua crueldade, no s\u00e9culo passado. S\u00f3 quando a luz de Deus brilha sobre o homem e no homem, s\u00f3 quando cada homem \u00e9 querido, conhecido e amado por Deus, s\u00f3 ent\u00e3o, por mais miser\u00e1vel que seja a sua situa\u00e7\u00e3o, a sua dignidade \u00e9 inviol\u00e1vel. Na Noite Santa, o pr\u00f3prio Deus Se fez homem, como anunciara o profeta Isa\u00edas: o menino nascido aqui \u00e9 \u00abEmmanuel \u2013 Deus-connosco\u00bb (cf. Is 7, 14). E verdadeiramente, no decurso de todos estes s\u00e9culos, n\u00e3o houve apenas casos de mau uso da religi\u00e3o; mas, da f\u00e9 no Deus que Se fez homem, nunca cessou de brotar for\u00e7as de reconcilia\u00e7\u00e3o e magnanimidade. Na escurid\u00e3o do pecado e da viol\u00eancia, esta f\u00e9 fez entrar um raio luminoso de paz e bondade que continua a brilhar.<\/p>\n<p>Assim, Cristo \u00e9 a nossa paz e anunciou a paz \u00e0queles que estavam longe e \u00e0queles que estavam perto (cf. Ef 2, 14.17). Quanto n\u00e3o deveremos n\u00f3s suplicar-Lhe nesta hora! Sim, Senhor, anunciai a paz tamb\u00e9m hoje a n\u00f3s, tanto aos que est\u00e3o longe como aos que est\u00e3o perto. Fazei que tamb\u00e9m hoje das espadas se forjem foices (cf. Is 2, 4), que, em vez dos armamentos para a guerra, apare\u00e7am ajudas para os enfermos. Iluminai a quantos acreditam que devem praticar viol\u00eancia em vosso nome, para que aprendam a compreender o absurdo da viol\u00eancia e a reconhecer o vosso verdadeiro rosto. Ajudai a tornarmo-nos homens \u00abdo vosso agrado\u00bb: homens segundo a vossa imagem e, por conseguinte, homens de paz.<\/p>\n<p>Logo que os anjos se afastaram, os pastores disseram uns para os outros: Coragem! Vamos at\u00e9 l\u00e1, a Bel\u00e9m, e vejamos esta palavra que nos foi mandada (cf. Lc 2, 15). Os pastores puseram-se apressadamente a caminho para Bel\u00e9m \u2013 diz-nos o evangelista (cf. 2, 16). Uma curiosidade santa os impelia, desejosos de verem numa manjedoura este menino, de quem o anjo tinha dito que era o Salvador, o Messias, o Senhor. A grande alegria, de que o anjo falara, apoderara-se dos seus cora\u00e7\u00f5es e dava-lhes asas.<\/p>\n<p>Vamos at\u00e9 l\u00e1, a Bel\u00e9m: diz-nos hoje a liturgia da Igreja. Trans-eamus \u2013 l\u00ea-se na B\u00edblia latina \u2013 \u00abatravessar\u00bb, ir at\u00e9 l\u00e1, ousar o passo que vai mais al\u00e9m, que faz a \u00abtravessia\u00bb, saindo dos nossos h\u00e1bitos de pensamento e de vida e ultrapassando o mundo meramente material para chegarmos ao essencial, ao al\u00e9m, rumo \u00e0quele Deus que, por sua vez, viera ao lado de c\u00e1, para n\u00f3s. Queremos pedir ao Senhor que nos d\u00ea a capacidade de ultrapassar os nossos limites, o nosso mundo; que nos ajude a encontr\u00e1-Lo, sobretudo no momento em que Ele mesmo, na Santa Eucaristia, Se coloca nas nossas m\u00e3os e no nosso cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Vamos at\u00e9 l\u00e1, a Bel\u00e9m! Ao dizermos estas palavras uns aos outros, como fizeram os pastores, n\u00e3o devemos pensar apenas na grande travessia at\u00e9 junto do Deus vivo, mas tamb\u00e9m na cidade concreta de Bel\u00e9m, em todos os lugares onde o Senhor viveu, trabalhou e sofreu. Rezemos nesta hora pelas pessoas que actualmente vivem e sofrem l\u00e1. Rezemos para que l\u00e1 haja paz. Rezemos para que Israelitas e Palestinianos possam conduzir a sua vida na paz do \u00fanico Deus e na liberdade. Pe\u00e7amos tamb\u00e9m pelos pa\u00edses vizinhos \u2013 o L\u00edbano, a S\u00edria, o Iraque, etc. \u2013 para que l\u00e1 se consolide a paz. Que os crist\u00e3os possam conservar a sua casa naqueles pa\u00edses onde teve origem a nossa f\u00e9; que crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos construam, juntos, os seus pa\u00edses na paz de Deus.<\/p>\n<p>Os pastores apressaram-se\u2026 Uma curiosidade santa e uma santa alegria os impelia. No nosso caso, talvez aconte\u00e7a muito raramente que nos apressemos pelas coisas de Deus. Hoje, Deus n\u00e3o faz parte das realidades urgentes. As coisas de Deus \u2013 assim o pensamos e dizemos \u2013 podem esperar. E todavia Ele \u00e9 a realidade mais importante, o \u00danico que, em \u00faltima an\u00e1lise, \u00e9 verdadeiramente importante. Por que motivo n\u00e3o dever\u00edamos tamb\u00e9m n\u00f3s ser tomados pela curiosidade de ver mais de perto e conhecer o que Deus nos disse? Supliquemos-Lhe para que a curiosidade santa e a santa alegria dos pastores nos toquem nesta hora tamb\u00e9m a n\u00f3s e assim vamos com alegria at\u00e9 l\u00e1, a Bel\u00e9m, para o Senhor que hoje vem de novo para n\u00f3s. Am\u00e9m.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s! A beleza deste Evangelho n\u00e3o cessa de tocar o nosso cora\u00e7\u00e3o: uma beleza que \u00e9 esplendor da verdade. 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