Asas e Flaps

O Brasil perde um dos seus maiores pilotos de parapente

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Jamil Sales a esquerda com o amigo e aluno, Dr Luiz Antonio Lima advogado ilustre e desportista nas horas de lazer

Foi neste domingo de carnaval, dia 02 de março de 2014, por volta das 17:00 horas, que o Brasil perdeu um dos seus melhores pilotos de parapente. Jamil Sales, 33 anos, casado, pai de um filho, foi vítima de um trágico acidente, quando fazia um vôo duplo na praia da Redonda, no Litoral do Ceará. Jamil, como era conhecido na modalidade esportiva, tinha milhares de saltos de parapente por todo Estado, principalmente, na Serra da Pacatuba, onde frequentava diariamente, ministrando instrução de vôo. Segundo o advogado Luiz

Vôo duplo com o aluno e amigo

Antonio, que deu uma pausa no aeromodelismo e helimodelismo, para conhecer o mundo dos parapentes, o Jamil era uma pessoa muito querida entre os amigos. Destacava-se no hobby pela experiência e atenção que desempenhava as suas atividades como instrutor de vôo, sempre contando com o apoio do amigo e também piloto

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Demétrio Bandeira. O próprio Luiz chegou a voar por três vezes com o Jamil, antes de decidir fazer o curso de piloto, que já fazia com ele nas ultimas três semanas, tendo, inclusive, como outro hobby que tem, feito diversas fotos e vídeos com o piloto em treinamento, onde eu mesmo tive o prazer de postar, recentemente aqui no Blog Asas & Flap’s. Nestes registros, nos vídeos que assisti de autoria Luiz, e vi todos, inclusive com o Jamil, podemos perceber a competência do inesquecível piloto, através dos registros que ficarão para sempre em nossos computadores e principalmente nos nosso corações, alguns até, mostrando os momentos de descontração com os amigos, o que foi documentado pelo advogado. Hoje pela madrugada, vendo a postagem feita pelo aeromodelista Luiz, só acreditei no que via, porque conheço o causídico de perto, já faz algum tempo, e todos nós sabemos da distinção que ele faz das brincadeiras, pelo seu constante bom humor, mas sempre com respeito a todos, das coisas sérias da vida, pelo grande profissional da advocacia empresarial. Pela liberdade que tenho com ele, fiz imediatamente uma ligação às quatro horas da manhã, onde com a voz  embargada, ele me fez um breve relato do que tomou conhecimento através de outros pilotos da modalidade esportiva, sem maiores detalhes sobre a dinâmica do fato, onde a dor de todos pela perda do Jamil, levará milhares de dias para ser minimizada, vez que era muito querido por todos, o que me falou reiteradas vezes, tendo, no momento, mostrado até falta de interesse em prosseguir seu curso. Portanto, fica aqui, o registro da nossa dor, com os pêsames a todos os familiares e amigos, nós que somos amantes de tudo que voa.

Jamil era casado com a jovem universitária, Daiane Mayara Silva, com quem teve um filho de quatro meses de vida.

O Blog ASAS & FLAPS expressa seu mais profundo sentimento de pesar para toda a família e colegas de hobby do Jamil

21 Comentários

  • Daniel Albiero disse:

    O voo livre perdeu um grande voador, a família um grande membro, o Ceará um grande cidadão e os amigos um grande amigo…

    “Não existem Fins, apenas Começos…
    A viagem só agora começou!
    Jamil fez de sua vida uma… Lenda!
    De noite os sonhos ganham velas. Jamil nunca deixará de voar!”
    Adaptado do site: http://luz-na-gruta.blogspot.com.br/2012/05/uma-homenagem-antoine-de-saint-exupery.html

  • Daniel Albiero disse:

    O voo livre perdeu um grande voador, a família um grande membro, o Ceará um grande cidadão e os amigos um grande amigo…

    “Não existem Fins, apenas Começos…
    A viagem só agora começou!
    Jamil fez de sua vida uma… Lenda!
    De noite os sonhos ganham velas. Jamil nunca deixará de voar!”
    Adaptado do site: http://luz-na-gruta.blogspot.com.br/2012/05/uma-homenagem-antoine-de-saint-exupery.html

  • Mel Lopes disse:

    Não consigo acreditar que tu se foi homem das nuvens, meu instrutor.

    O céu irá te acolher, como sempre acolheu. Descansa em paz Jamil Sales!

  • Mel Lopes disse:

    Não consigo acreditar que tu se foi homem das nuvens, meu instrutor.

    O céu irá te acolher, como sempre acolheu. Descansa em paz Jamil Sales!

  • João da Mata disse:

    O Voo Para a Eternidade
    Eu e o advogado Luiz Antônio Lima somos amigos há três décadas, conheci seus quatro filhos ainda pequeninos e sua adorável esposa Sandra, de um raro casamento que já vai completar 36 anos. Agora, Luiz tem um neto e em julho nascerá Isadora, sua neta. Eu tive uma completa surpresa ao saber que aos 53 anos ele estava começando a praticar o esporte chamado parapente na Serra de Pacatuba aqui em Fortaleza. Piloto premiado no aeromodelismo, assisto Luiz Antônio passar a fazer voos reais com as velas de parapente.
    Ao acompanhá-lo às aulas de parapente conheci dois dos mais experientes pilotos e instrutores deste esporte no Brasil, os cearenses, Jamil Sales e Demétrio Bandeira. Os dois são pessoas cativantes, sorridentes e trazem em si uma paz semelhante à que se ver nos voos de parapente.
    Em pouco tempo de convívio, eu e Luiz Antônio criamos uma grande afinidade com Jamil e Demétrio porque os dois são pessoas atenciosas e pacientes, mestres de voo e de gentileza para um principiante qual Luiz Antônio, aprendiz da arte de voar na mesma altura que os pássaros.
    Neste domingo de carnaval de 2014 recebi a assustadora notícia da morte de Jamil em uma queda durante um voo; foi um choque para mim, pois eu filmei e fotografei as três aulas que Luiz Antônio fez com Jamil, a última delas há dez dias.
    A morte de Jamil, um homem de paz, uma daquelas pessoas sobre quem pensamos que “a morte em qualquer tempo seria prematura” traz um si algo de trágico, pois Jamil foi pai há apenas quatro meses atrás.
    A vida tem esquinas que se deve dobrar sem entender o porquê, este acontecimento é uma delas. Algumas pessoas marcantes passam com rapidez por nossas vidas e deixam uma grande saudade. Jamil foi uma dessas para mim. Eu comecei a admirá-lo por sua espontaneidade e capacidade de tratar as pessoas como se todas fossem amigas de muito tempo atrás.
    A morte de Jamil é mais uma tragédia pessoal desnecessária. Tal qual Airton Senna, ele se foi praticando a atividade que era sua própria essência e seu prazer; ele falava de voo com parapente com uma profunda alegria e grande felicidade. O ar era seu elemento de paz e conforto, para ele a leveza de um voo de parapente se assemelhava a ganhar os céus da terra.
    Jamil, nós sentiremos sua falta, você fez o voo para a eternidade e deixou para mim a certeza que foi levado para o céu, para junto dos anjos, de quem você imitou o voo aqui na terra, fique em paz ao lado dos que sabem voar igual a você no céu eterno. Mesmo consciente que você é merecedor de todo bem que recebeu aqui e vai receber além, tenho certeza que o céu devia esperar uns cem anos mais para lhe levar embora.
    A sua saudade fica a voar dentro de todos que lhe conheceram.
    Seja sempre feliz, Jamil.

    João da Mata Cezar
    engenheiro

  • João da Mata disse:

    O Voo Para a Eternidade
    Eu e o advogado Luiz Antônio Lima somos amigos há três décadas, conheci seus quatro filhos ainda pequeninos e sua adorável esposa Sandra, de um raro casamento que já vai completar 36 anos. Agora, Luiz tem um neto e em julho nascerá Isadora, sua neta. Eu tive uma completa surpresa ao saber que aos 53 anos ele estava começando a praticar o esporte chamado parapente na Serra de Pacatuba aqui em Fortaleza. Piloto premiado no aeromodelismo, assisto Luiz Antônio passar a fazer voos reais com as velas de parapente.
    Ao acompanhá-lo às aulas de parapente conheci dois dos mais experientes pilotos e instrutores deste esporte no Brasil, os cearenses, Jamil Sales e Demétrio Bandeira. Os dois são pessoas cativantes, sorridentes e trazem em si uma paz semelhante à que se ver nos voos de parapente.
    Em pouco tempo de convívio, eu e Luiz Antônio criamos uma grande afinidade com Jamil e Demétrio porque os dois são pessoas atenciosas e pacientes, mestres de voo e de gentileza para um principiante qual Luiz Antônio, aprendiz da arte de voar na mesma altura que os pássaros.
    Neste domingo de carnaval de 2014 recebi a assustadora notícia da morte de Jamil em uma queda durante um voo; foi um choque para mim, pois eu filmei e fotografei as três aulas que Luiz Antônio fez com Jamil, a última delas há dez dias.
    A morte de Jamil, um homem de paz, uma daquelas pessoas sobre quem pensamos que “a morte em qualquer tempo seria prematura” traz um si algo de trágico, pois Jamil foi pai há apenas quatro meses atrás.
    A vida tem esquinas que se deve dobrar sem entender o porquê, este acontecimento é uma delas. Algumas pessoas marcantes passam com rapidez por nossas vidas e deixam uma grande saudade. Jamil foi uma dessas para mim. Eu comecei a admirá-lo por sua espontaneidade e capacidade de tratar as pessoas como se todas fossem amigas de muito tempo atrás.
    A morte de Jamil é mais uma tragédia pessoal desnecessária. Tal qual Airton Senna, ele se foi praticando a atividade que era sua própria essência e seu prazer; ele falava de voo com parapente com uma profunda alegria e grande felicidade. O ar era seu elemento de paz e conforto, para ele a leveza de um voo de parapente se assemelhava a ganhar os céus da terra.
    Jamil, nós sentiremos sua falta, você fez o voo para a eternidade e deixou para mim a certeza que foi levado para o céu, para junto dos anjos, de quem você imitou o voo aqui na terra, fique em paz ao lado dos que sabem voar igual a você no céu eterno. Mesmo consciente que você é merecedor de todo bem que recebeu aqui e vai receber além, tenho certeza que o céu devia esperar uns cem anos mais para lhe levar embora.
    A sua saudade fica a voar dentro de todos que lhe conheceram.
    Seja sempre feliz, Jamil.

    João da Mata Cezar
    engenheiro

  • Alberto bom dia.
    Amigo juntos compartilhamos muitos bons momentos no aeromodelismo, onde sem que nossas esposas soubessem, quebramos muitos equipamentos e tivemos muitos prejuízos financeiros, com a fantástica arte do modelismo. Entretanto, os prejuízos que temos no modelismo, graças a Deus, são apenas financeiros. Apaixonado pela arte de voar, igual a você, fui conhecer esta coisa fantástica que são os parapentes. Mas amigo, lá a coisa é muito séria. Porque voando de verdade, o risco passa a ser de vida. E quando vemos uma tragédia destas bem perto de nós, no caso, com o meu instrutor, o JAMIL, homem experiente, com milhares de saltos sobre a Serra de Pacatuba, e várias horas de vôo sobre os Céus do Ceará, ser tragado por fatalidade destas, fico pensando, que a vida tem a rapidez de um vôo. Fica aqui, mais uma vez, meus pêsames aos familiares e amigos. A você, não me surpreende a forma decente e honesta de informar aos seus milhões de seguidores através do seu portal. Um forte abraço, de uma amigo triste, muito triste. Breve nos reencontraremos.

  • Alberto bom dia.
    Amigo juntos compartilhamos muitos bons momentos no aeromodelismo, onde sem que nossas esposas soubessem, quebramos muitos equipamentos e tivemos muitos prejuízos financeiros, com a fantástica arte do modelismo. Entretanto, os prejuízos que temos no modelismo, graças a Deus, são apenas financeiros. Apaixonado pela arte de voar, igual a você, fui conhecer esta coisa fantástica que são os parapentes. Mas amigo, lá a coisa é muito séria. Porque voando de verdade, o risco passa a ser de vida. E quando vemos uma tragédia destas bem perto de nós, no caso, com o meu instrutor, o JAMIL, homem experiente, com milhares de saltos sobre a Serra de Pacatuba, e várias horas de vôo sobre os Céus do Ceará, ser tragado por fatalidade destas, fico pensando, que a vida tem a rapidez de um vôo. Fica aqui, mais uma vez, meus pêsames aos familiares e amigos. A você, não me surpreende a forma decente e honesta de informar aos seus milhões de seguidores através do seu portal. Um forte abraço, de uma amigo triste, muito triste. Breve nos reencontraremos.

  • Sandra Diniz Lima disse:

    Um Pedido ao Meu Marido
    Eu e o Lulinha estamos casados há 36 anos. Companheiros inseparáveis desde a adolescência, construímos uma vida em que temos quatro filhos, um neto e outra neta chegará em julho. Quantos amigos fizemos e quantas pessoas conhecemos por causa de nossas profissões, eu, professora e ele, advogado.
    Aventuras são incontáveis as que passamos juntos, o espírito aventureiro do Lulinha sempre buscou inovações. Nós criamos ações de cunho social como: o movimento contra o aumento descabido de mensalidades escolares, movimento contra as pichações e a troca de livros que ajudou milhares de pais de alunos em Fortaleza.
    Desde setembro do ano passado, Lulinha decidiu praticar o esporte radical chamado parapente. Eu o tenho acompanhado neste mundo de descobertas, fui a rampa de salto, que fica na Serra da Pacatuba, filmei seus voos e suas aulas. O próximo passo seria eu também fazer um voo de parapente, o que quase fiz em nosso passeio recente na Praia de Canoa Quebrada, no Litoral do Ceará.
    Na Serra nós conhecemos muitas pessoas e pilotos, Lulinha fez voos e passou a ser aluno do experiente instrutor Jamil Sales, de quem conhecemos a esposa Dayane e seu o filhinho Jorge e a conviver com o também instrutor Demétrio Bandeira, sua esposa Anne e seu pequeno filho Enzo. A integração na comunidade de voo de parapente é bastante rápida.
    No domingo passado, em pleno carnaval de 2014, o Jamil infelizmente sofreu um acidente fatal quando chegava para pousar em um voo duplo. A comoção desta morte entre os praticantes de parapente em Fortaleza foi imensa. No enterro, via-se a consternação e a tristeza de amigos e parentes de Jamil. A morte é um nó indesatável.
    Foi muito grande o susto com um acidente de uma pessoa experiente no esporte qual Jamil. A lucidez diante do acontecido se faz obrigatória. A nossa proximidade do fato me levou a fazer um pedido a meu marido: eu quero que você não pratique mais voo de parapente. O que foi feito, também, pelos nossos filhos. O tamanho de um acidente só é mensurado por quem está envolvido nele. Nós perdemos uma pessoa que aprendemos a gostar em pouco tempo de convívio e isto cria uma perspectiva pesada. Acidentes acontecem com todas as pessoas do mundo, ninguém está imune às fatalidades da vida.
    Nesta hora de dor pela morte inesperada de Jamil, nós simplesmente temos que nos resguardar. O fascínio pelo voo vai continuar com o Lulinha, mas, por agora, precisamos mesmo fincar nossos pés e corações ao chão e à terra e nos recuperarmos da fatalidade de nosso querido amigo Jamil, que embora muito jovem, voo para eternidade.
    Sandra Diniz Lima.

  • Sandra Diniz Lima disse:

    Um Pedido ao Meu Marido
    Eu e o Lulinha estamos casados há 36 anos. Companheiros inseparáveis desde a adolescência, construímos uma vida em que temos quatro filhos, um neto e outra neta chegará em julho. Quantos amigos fizemos e quantas pessoas conhecemos por causa de nossas profissões, eu, professora e ele, advogado.
    Aventuras são incontáveis as que passamos juntos, o espírito aventureiro do Lulinha sempre buscou inovações. Nós criamos ações de cunho social como: o movimento contra o aumento descabido de mensalidades escolares, movimento contra as pichações e a troca de livros que ajudou milhares de pais de alunos em Fortaleza.
    Desde setembro do ano passado, Lulinha decidiu praticar o esporte radical chamado parapente. Eu o tenho acompanhado neste mundo de descobertas, fui a rampa de salto, que fica na Serra da Pacatuba, filmei seus voos e suas aulas. O próximo passo seria eu também fazer um voo de parapente, o que quase fiz em nosso passeio recente na Praia de Canoa Quebrada, no Litoral do Ceará.
    Na Serra nós conhecemos muitas pessoas e pilotos, Lulinha fez voos e passou a ser aluno do experiente instrutor Jamil Sales, de quem conhecemos a esposa Dayane e seu o filhinho Jorge e a conviver com o também instrutor Demétrio Bandeira, sua esposa Anne e seu pequeno filho Enzo. A integração na comunidade de voo de parapente é bastante rápida.
    No domingo passado, em pleno carnaval de 2014, o Jamil infelizmente sofreu um acidente fatal quando chegava para pousar em um voo duplo. A comoção desta morte entre os praticantes de parapente em Fortaleza foi imensa. No enterro, via-se a consternação e a tristeza de amigos e parentes de Jamil. A morte é um nó indesatável.
    Foi muito grande o susto com um acidente de uma pessoa experiente no esporte qual Jamil. A lucidez diante do acontecido se faz obrigatória. A nossa proximidade do fato me levou a fazer um pedido a meu marido: eu quero que você não pratique mais voo de parapente. O que foi feito, também, pelos nossos filhos. O tamanho de um acidente só é mensurado por quem está envolvido nele. Nós perdemos uma pessoa que aprendemos a gostar em pouco tempo de convívio e isto cria uma perspectiva pesada. Acidentes acontecem com todas as pessoas do mundo, ninguém está imune às fatalidades da vida.
    Nesta hora de dor pela morte inesperada de Jamil, nós simplesmente temos que nos resguardar. O fascínio pelo voo vai continuar com o Lulinha, mas, por agora, precisamos mesmo fincar nossos pés e corações ao chão e à terra e nos recuperarmos da fatalidade de nosso querido amigo Jamil, que embora muito jovem, voo para eternidade.
    Sandra Diniz Lima.

  • Maikel Melo disse:

    Eu não só voei com o Piloto Jamil Sales como fui colega de trabalho desse grande homem que nos deixou e foi pra junto de Deus. Digo que em todas as horas que convivemos Jamil demonstrou total competência, responsabilidade e amor pelo que fazia.
    Fica com Deus AMIGO!

  • Maikel Melo disse:

    Eu não só voei com o Piloto Jamil Sales como fui colega de trabalho desse grande homem que nos deixou e foi pra junto de Deus. Digo que em todas as horas que convivemos Jamil demonstrou total competência, responsabilidade e amor pelo que fazia.
    Fica com Deus AMIGO!

  • Michel Krueger disse:

    As coisas na Terra não andam nada bem. Os anjos-da-guarda precisavam de um reforço na equipe, para proteger os homens de suas próprias mazelas. Para este árduo trabalho, o escolhido tinha que ser um cara que nunca reclamava de nada, que estivesse sempre sorrindo e quase sempre gargalhando, que conseguisse ser amigo verdadeiro, que fosse honesto e honrado. Tinha que ser aquele que amasse sua família para saber o valor de ter uma, com uma esposa companheiríssima e um belíssimo filho. O escolhido tinha que ter a qualidade rara de ser amigo de todos, mesmo que houvesse desunião entre um grupo – e ainda assim ele conseguia a simpatia de todos. Os anjos do céu precisavam de um novo anjo que soubesse voar muito bem, muito alto, para conseguir estar em todos os lugares ao mesmo tempo, em todas as alturas, para que tudo pudesse ver e a todos pudesse aconselhar. Quantas vezes ele nos chamou pelo rádio e, com sua humilde opinião (como ele mesmo dizia embora todos sabíamos que era a opinião mais acertada) nos tirou de roubadas? Quantas vezes nós perguntamos se estava bom pra voar, se dava pra decolar. Ele era aquele que, sem obrigação nenhuma, acompanhava o acidentado, às vezes um desconhecido, até o hospital para certificar-se que não haveria nenhum outro problema no transporte do paciente já que era Fisioterapeuta, além de Educador Físico.
    Jamil estava em todos os lugares: rindo no pouso, gargalhando no voo, dobrando nossos paraquedas reservas. Sempre estava ao lado das macas e leitos dos hospitais, na rampa nos chamando de merrecado para nos encorajar diante de um voo tranquilo e seguro ou nos proibindo de decolar diante de furacões. Beijava seu filho com o amor eterno que só encontramos em deuses, vivia feliz com sua esposa com amor que sonham todos os homens que desejam ter uma vida de paz e tranquilidade. Com sua grandiosidade de espírito, ria de si mesmo – qualidade dos fortes.
    Jamil sempre esteve aonde nunca conseguimos chegar: seja na altura das nuvens com seu parapente, seja na dimensão do ser humano que foi. Todos nós queríamos ser ele.
    O céu ganhou um reforço na sua equipe e agora está aliviado de seus trabalhos de sempre salvar os homens na Terra. Os anjos do céu precisavam daquele anjo que estava na Terra.

  • Michel Krueger disse:

    As coisas na Terra não andam nada bem. Os anjos-da-guarda precisavam de um reforço na equipe, para proteger os homens de suas próprias mazelas. Para este árduo trabalho, o escolhido tinha que ser um cara que nunca reclamava de nada, que estivesse sempre sorrindo e quase sempre gargalhando, que conseguisse ser amigo verdadeiro, que fosse honesto e honrado. Tinha que ser aquele que amasse sua família para saber o valor de ter uma, com uma esposa companheiríssima e um belíssimo filho. O escolhido tinha que ter a qualidade rara de ser amigo de todos, mesmo que houvesse desunião entre um grupo – e ainda assim ele conseguia a simpatia de todos. Os anjos do céu precisavam de um novo anjo que soubesse voar muito bem, muito alto, para conseguir estar em todos os lugares ao mesmo tempo, em todas as alturas, para que tudo pudesse ver e a todos pudesse aconselhar. Quantas vezes ele nos chamou pelo rádio e, com sua humilde opinião (como ele mesmo dizia embora todos sabíamos que era a opinião mais acertada) nos tirou de roubadas? Quantas vezes nós perguntamos se estava bom pra voar, se dava pra decolar. Ele era aquele que, sem obrigação nenhuma, acompanhava o acidentado, às vezes um desconhecido, até o hospital para certificar-se que não haveria nenhum outro problema no transporte do paciente já que era Fisioterapeuta, além de Educador Físico.
    Jamil estava em todos os lugares: rindo no pouso, gargalhando no voo, dobrando nossos paraquedas reservas. Sempre estava ao lado das macas e leitos dos hospitais, na rampa nos chamando de merrecado para nos encorajar diante de um voo tranquilo e seguro ou nos proibindo de decolar diante de furacões. Beijava seu filho com o amor eterno que só encontramos em deuses, vivia feliz com sua esposa com amor que sonham todos os homens que desejam ter uma vida de paz e tranquilidade. Com sua grandiosidade de espírito, ria de si mesmo – qualidade dos fortes.
    Jamil sempre esteve aonde nunca conseguimos chegar: seja na altura das nuvens com seu parapente, seja na dimensão do ser humano que foi. Todos nós queríamos ser ele.
    O céu ganhou um reforço na sua equipe e agora está aliviado de seus trabalhos de sempre salvar os homens na Terra. Os anjos do céu precisavam daquele anjo que estava na Terra.

  • Anderson Matos disse:

    Foi em uma tarde Sábado, cheguei em Pacatuba para fazer o meu primeiro voo no Ceara. Abri a minha vela, chequei meu equipamento e me equipei, fiquei aguardando uma janela para decolar, mas fui intimidado pelo vento do Ceara, quando se aproximou de mim, um piloto, Super Técnico, com muita propriedade e conhecimento. Ele me perguntou, seu primeiro voo aqui ?
    Eu disse, sim, mas não vou decolar. Ele, como se fosse um maestro, me mostrou que no voo livre o mais importante ‘e a humildade… e me decolou. Estampei em voo maravilhoso que não me esqueço ate hoje. Esse piloto foi o JAMIL…… Fique com Deus Guerreiro Alado.

  • Anderson Matos disse:

    Foi em uma tarde Sábado, cheguei em Pacatuba para fazer o meu primeiro voo no Ceara. Abri a minha vela, chequei meu equipamento e me equipei, fiquei aguardando uma janela para decolar, mas fui intimidado pelo vento do Ceara, quando se aproximou de mim, um piloto, Super Técnico, com muita propriedade e conhecimento. Ele me perguntou, seu primeiro voo aqui ?
    Eu disse, sim, mas não vou decolar. Ele, como se fosse um maestro, me mostrou que no voo livre o mais importante ‘e a humildade… e me decolou. Estampei em voo maravilhoso que não me esqueço ate hoje. Esse piloto foi o JAMIL…… Fique com Deus Guerreiro Alado.

  • Francivan de Freitas disse:

    Que não percamos a vontade de ter grandes AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas…
    Obrigado!Jamil Sales, pela sua amizade…

  • Francivan de Freitas disse:

    Que não percamos a vontade de ter grandes AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas…
    Obrigado!Jamil Sales, pela sua amizade…

  • Luiz Antônio Lima disse:

    O Voo Para a Eternidade
    Eu e o advogado #LuizAntonioLima somos amigos há três décadas, conheci seus quatro filhos ainda pequeninos e sua adorável esposa Sandra Diniz Lima, de um raro casamento que já vai completar 36 anos. Agora, Luiz tem um neto e em julho nascerá Izadora, sua neta. Eu tive uma completa surpresa ao saber que aos 53 anos ele estava começando a praticar o esporte chamado parapente na Serra de Pacatuba aqui em Fortaleza. Piloto premiado no #aeromodelismo, assisto Luiz Antônio passar a fazer voos reais com as velas de parapente.
    Ao acompanhá-lo às aulas de parapente conheci dois dos mais experientes pilotos e instrutores deste esporte no Brasil, os cearenses, Jamil Sales e Demétrio Bandeira. Os dois são pessoas cativantes, sorridentes e trazem em si uma paz semelhante à que se ver nos voos de parapente.
    Em pouco tempo de convívio, eu e Luiz criamos uma grande afinidade com Jamil e Demétrio porque os dois são pessoas atenciosas e pacientes, mestres de voo e de gentileza para um principiante qual Luiz Antônio, aprendiz da arte de voar na mesma altura que os pássaros.
    Neste domingo de carnaval de 2014 recebi a assustadora notícia da morte de Jamil em uma queda durante um voo; foi um choque para mim, pois eu filmei e fotografei as três aulas que Luiz fez com Jamil, a última delas há dez dias.
    A morte de Jamil, um homem de paz, uma daquelas pessoas sobre quem pensamos que “a morte em qualquer tempo seria prematura” traz um si algo de trágico, pois Jamil foi pai há apenas quatro meses.
    A vida tem esquinas que se deve dobrar sem entender o porquê, este acontecimento é uma delas. Algumas pessoas marcantes passam com rapidez por nossas vidas e deixam uma grande saudade. Jamil foi uma dessas para mim. Eu comecei a admirá-lo por sua espontaneidade e capacidade de tratar as pessoas como se todas fossem amigas de muito tempo atrás.
    A morte de Jamil é mais uma tragédia pessoal desnecessária. Tal qual Airton Senna, ele se foi praticando a atividade que era sua própria essência e seu prazer; ele falava de voo com parapente com uma profunda alegria e grande felicidade. O ar era seu elemento de paz e conforto, para ele a leveza de um voo de parapente se assemelhava a ganhar os céus da terra.
    Jamil, nós sentiremos sua falta, você fez o voo para a eternidade e deixou para mim a certeza que foi levado para o céu, para junto dos anjos, de quem você imitou o voo aqui na terra, fique em paz ao lado dos que sabem voar igual a você no céu eterno. Mesmo consciente que você é merecedor de todo bem que recebeu aqui e vai receber além, tenho certeza que o céu devia esperar uns cem anos mais para lhe levar embora.
    A sua saudade fica a voar dentro de todos que lhe conheceram.
    Seja sempre feliz, Jamil.
    João da Mata – Engenheiro.

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