Beleza e Saúde

OUTUBRO ROSA: Saiba como identificar um câncer de mama?

Os números assustam. Estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), indicam que o câncer de mama será responsável por 57.120 novos casos até o fim deste ano!

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Alguns fatores podem estar contribuindo para o aumento desse número como a gravidez tardia, depois dos 30 anos, a decisão da mulher de não ter filhos, consumo de bebida alcoólica, má alimentação, sedentarismo e obesidade.

Segundo a Ginecologista e Obstetra Dra. Erica Mantelli (CRM-SP: 124.315), o câncer de mama ainda não pode ser prevenido, mas sim diagnosticado com antecedência.

Após os 40 anos, o exame de mamografia é indicado para detectar a doença. “A partir dessa idade é recomendado a mulher fazer pelo menos a mamografia uma vez por ano”, ressalta a ginecologista.

No início, o câncer de mama não apresenta sintomas. “Geralmente, a mulher só vai notar que existe alguma alteração na mama quando o tumor for palpável, apresentar manchas ou alterações na pele da mama, saída de um líquido do bico de mama”, explica a Dra. Erica.
Vale ressaltar que a dor mamária é um sintoma muito comum nas mulheres, mas nem sempre esse incômodo está associado ao câncer de mama. “A dor das mamas pode está associada a alterações hormonais ou emocionais. Entretanto, é importante se consultar com o ginecologista para fazer exames”, aconselha a médica.
Será que é câncer de mama?
Para descobrir o câncer de mama é necessário fazer um exame clínico, por imagens como ultrassom, ressonância e mamografia. “Após a suspeita do câncer de mama o médico encaminha a mulher para fazer um exame de biópsia para retirar um pedaço do tumor para análise”, comenta a Dra. Erica.

O câncer de mama pode ser benigno e maligno. O tumor benigno não é considerado cancerígeno, eles crescem lentamente e não invadem os outros tecidos e também não espalham pelo corpo. Já os malignos as células não conseguem ser controlados e podem crescer se espalhando.”
O tratamento pode envolver quimioterapia, hormonioterapia, radioterapia e terapia. É importante levar em conta o impacto e os efeitos colaterais dos tratamentos na vida do paciente.

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