Beleza e Saúde

SEIOS "EFEITOS TWIST". COMO ASSIM? AS NOVAS PRÓTESES DE SILICONE PROMETEM

0312cs2501 As mulheres sonham em colocar silicone nos seios e o resultado ser natural

1 – Implantes mamários têm sido, ao longo do tempo, apresentados ao mercado com grande variedade de texturas, formas e coesividades. Desde aqueles considerados mais suaves e naturais – compostos por silicone menos denso – aos mais resistentes, preenchidos com gel de silicone mais firme.

 

2 – Se por um lado maior suavidade (menos coesividade) deixa os implantes menos resistentes, por outro, os mais firmes (muito coesivos) também são menos naturais à aparência e ao toque, além de, muitas vezes, não tão confortáveis às mulheres. Cada perfil possui seus fãs e recebe – seja por parte da classe médica, seja pelas pacientes – críticas e elogios.

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Silicone de “efeito twist”, mais maleável e coeso

3 – Para atender às duas demandas, a GC Aesthetics recebeu a aprovação da ANVISA e, lançou, no Brasil, recentemente, no 53º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, em Fortaleza, a mais nova geração de implantes mamários redondos, chamada de IMPLEO, que conquistou sucesso rapidamente em países como Espanha, França, Grã-Bretanha e México.

4 – A junção das características de coesividade, ser leve, macio, firme, sem ser duro, fazem com que mesmo manipulando os implantes mamários com intensidade, o silicone volta a sua forma original sem quebrar e nem deformar. É o chamado “efeito twist”. E ainda pode ser introduzido nos seios por incisões menores. O resultado são cicatrizes menores. “É algo que médicos e pacientes vinham pedindo há tempos”, complementa o diretor geral da GC Aesthetics, Fauze Khalek.

5 – “O grande desafio tecnológico foi criar um produto com características vistas num primeiro momento como paradoxais. IMPLEO vem quebrar esse paradigma, pois une quatro pontos importantes: naturalidade, maciez, maleabilidade e alta coesividade; tudo isso sem ser duro. Ele alia delicadeza, conforto e alta resistência.

6 – Segundo a cirurgiã plástica Dra. Bianca Ohana, do Rio de Janeiro, o implante ideal seria, sem dúvida, o que tivesse equilíbrio entre a maleabelidade e a coesividade. “A coesividade nada mais é do que a habilidade de um gel para se unir e manter sua integridade, além de ter a  texturização mais favorável a evitar contratura capsular e aderências não naturais aos tecidos. O IMPLEO vem com essa proposta”, define.

 

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