Beleza e Saúde

ENTREVISTA COM OFTALMOLOGISTA DAVI LUCENA, NOVO PRESIDENTE DA SOCIEDADE NORTE-NORDESTE DE OFTALMOLOGIA

Oftalmologista Davi Lucena (FOTO) toma posse como o novo presidente da Sociedade Norte-Nordeste de Oftalmologia e irá comandar a entidade até 2020. Em entrevista exclusiva, o presidente fala dos rumos da Oftalmologia, na Norte-Nordeste, e quais são as principais doenças que podem levar à cegueira.

 

ROBERTA FONTELLES PHILOMENO – Quais os principais desafios da Oftalmologia, no Norte-Nordeste?
DL – Manter o alto nível científico de nossa especialidade com troca de conhecimentos entre os colegas das duas regiões e lutar contra o exercício ilegal da Medicina.

RFP – Nossa região é mais atrasada em atendimento oftalmológico, se comparada com as demais regiões do País?
DL – Não. Hoje nós exercemos uma Oftalmologia de ponta, nas duas regiões. Aqui, os pacientes recebem a mesma condução que receberiam no eixo Sul, Sudeste e Centro-Oeste e no primeiro mundo. Aproveitamos muito bem a globalização e seguimos a evolução médica em nossa área.

RFP – Quais as doenças mais comuns em nossa região?
DL – A catarata, a retinopatia diabética, a degeneração macular relacionada à idade, o glaucoma e o vícios de refração.

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Oftalmologista Davi Lucena toma na Presidente da Sociedade Norte-Nordeste de Oftalmologia

RFP – As pessoas têm acesso ao atendimento e tratamento ?
DL – Sim. Apesar da crise que estamos passando, principalmente na saúde, estamos conseguindo oferecer um bom atendimento e tratamento para a maioria das pessoas que necessitam. Na rede privada não é problema, todos os pacientes podem receber um atendimento e tratamento de ponta. Uma grande quantidade de cidades nas duas regiões tem serviços extremamente preparos científico e tecnologicamente.

RFP – A crise pela qual nosso Pais está atravessando afetou o atendimento oftalmológico?

DL – A rede pública está sendo muito atingida pela crise. Algumas clínicas privadas e credenciadas ao SUS deixaram de oferecer este atendimento. Isso gerou uma grande demanda para a rede pública e, com isso, uma grande fila de espera para os principais tipos de tratamentos.

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