Beleza e Saúde

Carnaval exige maiores cuidados com doenças sexualmente transmissíveis

Dicas e prevenções para infecções sexualmente transmissíveis são reforçados
nessa época do ano
Fevereiro é marcado como o mês do carnaval, no meio de tantas festas e curtição, é importante ficarmos alertas com as ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis). Os casos de sífilis, HIV, clamídia, HPV, entre outros, têm aumentado no Brasil, por conta disso, os cuidados devem ser redobrados.

Para conscientizar a população sobre a importância dos cuidados na relação sexual, vale ressaltar que há diversas formas de ter alguma infecção ou doença. “A prevenção combinada é um cardápio de opções que devem ser adaptadas ao contexto de cada pessoa. No caso do HIV, há a possibilidade do uso de caminha, PEP ou PrEP, enquanto que para outras ISTs a camisinha é a forma mais eficaz”, explica Bernardo Almeida, médico infectologista e Chief Medical Officer da Hi Technologies.

O uso de preservativo é uma das opções para prevenção de doenças. A camisinha pode proteger até 95% das ISTs, mas ainda assim, o contato íntimo entre pele com pele pode transmitir alguma dessas doenças.

“Ainda existe muito estigma e preconceito com relação às ISTs, sendo essas as principais barreiras que dificultam a redução de novas infecções. É preciso entender que todos nós estamos sujeitos a contrair, por isso, devemos nos prevenir e nos conscientizar dos riscos, além de realizar os exames periodicamente. Precisamos falar mais sobre o assunto com nossos famíliares e amigos”, conta Almeida.

Caso se sinta em dúvida, a melhor saída é o exame de sangue para confirmar ou não o diagnóstico e, assim, iniciar o quanto antes o tratamento. A Hi Technologies criou o Hilab, laboratório portátil que pode ser encontrado em farmácias pelo Brasil, e que realiza exames de sangue que podem detectar ISTs como HIV, Sífilis e Hepatite B, por meio de poucas gotas de sangue. Em até 15 minutos, o paciente receberá o resultado. O exame funciona assim: O Farmacêutico tira uma gota de sangue do dedo do paciente e insere na cápsula do Hilab, a amostra é digitalizada pelo Hilab e enviada, através da internet até o laboratório da empresa, onde biomédicos de plantão analisam a amostra em tempo real e enviam o laudo para o paciente via SMS ou e-mail.

“O diagnóstico rápido é fundamental no caso do HIV para acelerar o tratamento e reduzir a transmissão do vírus, por isso queremos que a população tenha fácil acesso a esses exames”, conclui Almeida.

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