De acordo com a Aneel, o principal motivo para essa decisão foi o risco hidrológico, ou seja, a baixa expectativa de chuvas nos reservatórios das hidrelétricas. Além disso, o aumento do preço no mercado de energia em outubro também influenciou na mudança.
Desde abril de 2022, o sistema mantinha a bandeira verde, com exceção de julho de 2024, quando foi acionada a bandeira amarela. Em agosto, retornou à bandeira verde, mas em setembro subiu para o patamar 1 da bandeira vermelha. Inicialmente, a Aneel havia anunciado a bandeira vermelha patamar 2 para setembro, mas ajustou essa informação posteriormente.
O sistema de bandeiras tarifárias, implantado em 2015 pela Aneel, reflete os custos variáveis de geração de energia. Dividido em três cores (verde, amarela e vermelha, sendo a última dividida em dois patamares), o sistema mostra quanto custa gerar a energia, considerando a disponibilidade hídrica e a necessidade de uso de fontes mais caras, como as termelétricas.
Essas cores indicam ao consumidor se a energia será mais cara ou mais barata, sendo a bandeira vermelha a mais onerosa, enquanto a verde não tem custo adicional. Segundo a Aneel, esse sistema permite que o consumidor tenha uma postura mais consciente ao gerenciar seu consumo de energia, podendo economizar ao adaptar seus hábitos de uso.
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Informações adicionais: Agência Brasil.
