{"id":10285,"date":"2013-09-05T12:51:53","date_gmt":"2013-09-05T15:51:53","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=10285"},"modified":"2013-09-05T12:51:53","modified_gmt":"2013-09-05T15:51:53","slug":"biografia-de-noel-rosa-revela-historias-escondidas-nas-composicoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2013\/09\/05\/biografia-de-noel-rosa-revela-historias-escondidas-nas-composicoes\/","title":{"rendered":"Biografia de Noel Rosa revela hist\u00f3rias das composi\u00e7\u00f5es do Poeta da Vila"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2013\/09\/capa-LivroNoel_RGB.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-10288\" alt=\"capa-LivroNoel-FINAL3-splash.indd\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2013\/09\/capa-LivroNoel_RGB-550x791.jpg\" width=\"345\" height=\"497\" \/><\/a>Lan\u00e7ada pela editora Sonora, a biografia <span style=\"color: #800080\"><strong>No tempo de Noel Rosa<\/strong><\/span> traz revela\u00e7\u00f5es curiosas sobre um dos mais preciosos artigos musicais do Brasil. Compositor de sambas, choros e marchas carnavalescas, <span style=\"color: #008000\"><strong>Noel Rosa<\/strong><\/span> (1910 &#8211; 1937) foi tamb\u00e9m um bo\u00eamio incorrig\u00edvel que se dedicou a transpor para o instrumento as hist\u00f3rias que vivia. Escrita por <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Almirante<\/strong><\/span>, amigo do Bando dos Tangar\u00e1s, a biografia conta algumas dessas hist\u00f3rias cheias de humor, drama e casos mal resolvidos. Acompanhe a sele\u00e7\u00e3o de algumas dessas hist\u00f3rias:<\/p>\n<p>&#8211; Em 1923, <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Almirante<\/strong> <\/span>ganhou um rolo de filme sobre o bicho-da-seda e procurou algu\u00e9m que lhe vendesse um projetor. Seu irm\u00e3o lhe indicou um amigo do col\u00e9gio, que foi visita-lo num domingo com o aparelho embaixo do bra\u00e7o. Era <span style=\"color: #008000\"><strong>Noel Rosa<\/strong><\/span>, que cobrou a \u201cfortuna\u201d 20 mil contos impossibilitando a negocia\u00e7\u00e3o. No entanto, ali os amigos se conheceram.<\/p>\n<p>&#8211; Seguindo uma voca\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, <span style=\"color: #008000\"><strong>Noel<\/strong> <\/span>chegou a cursar alguns meses de medicina. No entanto, cada vez mais a m\u00fasica lhe tirava da vida acad\u00eamica. \u201cOs que vislumbrassem seus cadernos de apontamentos de aulas observariam que nos ma\u00e7os de papeis havia invariavelmente letras de sambas\u201d.<\/p>\n<p>&#8211; Por conta das madrugadas de bo\u00eamia, <span style=\"color: #008000\"><strong>Noel Rosa<\/strong><\/span> costumava perder compromissos de trabalho por que perdia a hora na cama. Al\u00e9m disso, seu sono era t\u00e3o profundo que nem um trator na porta do quarto era capaz de acord\u00e1-lo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2013\/09\/Noel-Foto-01.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright  wp-image-10289\" alt=\"Noel-Foto-01\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2013\/09\/Noel-Foto-01-550x801.jpg\" width=\"251\" height=\"366\" \/><\/a>&#8211; Um dos cl\u00e1ssicos de <span style=\"color: #008000\"><strong>Noel<\/strong><\/span>, <em>G<\/em>\u201d foi composta em homenagem a Manuel Barreiros, que estava apaixonado por uma mo\u00e7a. Vendo o problema na fala do amigo, Noel escreveu o samba. Na grava\u00e7\u00e3o original, Lu\u00eds Barbosa marcou o ritmo batendo um l\u00e1pis nos dentes.<\/p>\n<p>&#8211; O samba-can\u00e7\u00e3o <em>Tr\u00eas apitos<\/em> foi feito para Josefina, um dos amores de <span style=\"color: #008000\"><strong>Noel<\/strong><\/span>. Ao saber que ela estava envergonhada para assumir que trabalhava numa f\u00e1brica de bot\u00f5es, o compositor lhe fez a homenagem, achando que ela trabalhava numa f\u00e1brica de tecidos.<\/p>\n<p>&#8211; <em>Feitio de ora\u00e7\u00e3o<\/em> foi uma homenagem de <span style=\"color: #008000\"><strong>Noel<\/strong><\/span> para J\u00falia Bernardes, dan\u00e7arina do extinto Cabar\u00e9 Fl\u00f3rida. Por conta do problema dela com bebidas, <span style=\"color: #008000\">Noel<\/span> tamb\u00e9m lhe dedicou <em>Vai para casa depressa<\/em>.<\/p>\n<p>&#8211; Certa vez <span style=\"color: #008000\"><strong>Noel Rosa<\/strong><\/span> viu Paula, um ex-amor, aguardando o bonde acompanhada de seus v\u00e1rios irm\u00e3os. Ao perceber que ela n\u00e3o teria dinheiro pra pagar todas as passagens, foi at\u00e9 um ponto de encontro de compositores, vendeu um de seus sambas (composto naquela hora) e entregou o dinheiro para ela.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lan\u00e7ada pela editora Sonora, a biografia No tempo de Noel Rosa traz revela\u00e7\u00f5es curiosas sobre um dos mais preciosos artigos musicais do Brasil. 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