{"id":11915,"date":"2014-08-23T10:56:19","date_gmt":"2014-08-23T13:56:19","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=11915"},"modified":"2014-08-23T10:56:19","modified_gmt":"2014-08-23T13:56:19","slug":"vanguart-toca-esta-noite-orbita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2014\/08\/23\/vanguart-toca-esta-noite-orbita\/","title":{"rendered":"Vanguart toca esta noite no \u00d3rbita"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2014\/08\/vanguart.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-11916\" alt=\"vanguart\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2014\/08\/vanguart-625x416.jpg\" width=\"625\" height=\"416\" \/><\/a>Tudo come\u00e7ou como um projeto solit\u00e1rio do jovem H\u00e9lio Flanders, que compunha suas can\u00e7\u00f5es no quarto e gravava no computador. A base era feita no viol\u00e3o, para, em seguida, acrescentar teclados, guitarras e a voz tristonha que entoava versos em ingl\u00eas. Dali sa\u00edram dois discos \u2013 <strong>Ready to&#8230;<\/strong> (2002) e <strong>The noon moon<\/strong> (2003) \u2013 e a ideia de um projeto que depois se transformaria numa das principais bandas da cena indie brasileira. Assim como assinava naqueles trabalhos particulares, a banda ganhou o nome <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Vanguart<\/strong><\/span>, tirado de um v\u00eddeo sobre o guru da pop art Andy Warhol (1928 \u2013 1987).<\/p>\n<p>Inspirado no folk e no rock dos anos 1960 e 70, o <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Vanguart<\/strong> <\/span>saiu do quarto de Flanders para se tornar um sexteto cheio de can\u00e7\u00f5es que fazem a cabe\u00e7a do p\u00fablico mais antenado. E s\u00e3o essas can\u00e7\u00f5es, que falam de amor de forma bem particular, que a banda de Cuiab\u00e1, Mato Grosso, apresenta esta noite na \u00d3rbita. Para a banda, voltar a Fortaleza, pouco mais de um ano depois de encerrarem o festival Ponto.CE (em mar\u00e7o de 2013), \u00e9 algo a ser comemorado. \u201c\u00c9 muito bom por que \u00e9 uma cidade que a gente demorou muito para tocar. Essa volta \u00e9 muito calcada na vontade do p\u00fablico\u201d, celebra.<\/p>\n[youtube]https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=FsQkZQf91hA[\/youtube]\n<p>O <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Vanguart<\/strong> <\/span>se firmou como banda em 2005, formado por Reginaldo Lincoln (voz, baixo), Luiz Lazzarotto (teclado e piano), David Dafr\u00e9 (guitarra) e Douglas Godoy (bateria), al\u00e9m de H\u00e9lio Flanders (viol\u00e3o e voz). Nesse mesmo ano, lan\u00e7aram o primeiro dos tr\u00eas singles que ajudariam a firmar o nome da banda na cena independente cuiabana. Entre eles estava\u00a0<em><strong>Sem\u00e1foro<\/strong><\/em>, sucesso inaugural que tamb\u00e9m entrou para o primeiro disco completo, lan\u00e7ado em 2007. Em seguida vieram outros tr\u00eas trabalhos, incluindo uma participa\u00e7\u00e3o no projeto<strong> Multishow Registro<\/strong>.<\/p>\n<p>O \u00faltimo disco lan\u00e7ado pelo <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Vanguart<\/strong><\/span>, <strong>Muito mais que o amor<\/strong> (2013), apontou novos caminhos sonoros, incluindo texturas mais pop a entrada da violinista Fernanda Kostchak. Para Flanders, as mudan\u00e7as fazem parte da maturidade. \u201cNossos \u00e1lbuns, de um modo geral, s\u00e3o tiros no escuro. Olhando para tr\u00e1s, eu digo, sem muita vaidade, que a gente nunca sabe o que est\u00e1 fazendo. A agente n\u00e3o tem controle. \u00c9 tudo natural\u201d, reflete o m\u00fasico, lembrando que o primeiro disco trazia muito do \u00edmpeto juvenil, algo que j\u00e1 foi se modificando no seguinte. \u201cN\u00e3o d\u00e1 pra fugir do autobiogr\u00e1fico. Olhando agora, eu digo \u2018p\u00f4 galera, (compor) \u00e9 mais simples do que se pensa. \u00c9 s\u00f3 viver\u201d.<\/p>\n[youtube]https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=oSU8UYodkmQ[\/youtube]\n<p>Flanders segue mostrando que est\u00e1 satisfeito com o caminho tomado pelo <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Vanguart<\/strong><\/span> numa cena independente que precisa cavar espa\u00e7os cotidianamente. \u201cA gente sempre quer chegar mais longe, mas, n\u00e3o tenho do que me queixar. S\u00f3 tenho a agradecer. (Os f\u00e3s) s\u00e3o pessoas que nos acompanham e v\u00eam amadurecendo junto. \u00c9 at\u00e9 dif\u00edcil traduzir em palavras essa cumplicidade. Em Fortaleza, n\u00f3s sentimos isso\u201d, comenta o compositor que nem lembra mais onde est\u00e3o aquelas can\u00e7\u00f5es compostas h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Taxativo, ele adianta que o material produzido no seu quarto n\u00e3o deve jamais voltar ao p\u00fablico. \u201c\u00c9 muito ruim\u201d, resume. \u201cN\u00e3o tenho apego com o passado. Tenho com as mem\u00f3rias, refer\u00eancias, mas \u00e0s can\u00e7\u00f5es&#8230;\u201d<\/p>\n[youtube]https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=m-Tuvz2Iv3Y[\/youtube]\n<p>Como o passado n\u00e3o preocupa, o <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Vanguart<\/strong> <\/span>se dedica a planejar presente e futuro, incluindo os trabalhos paralelos. \u00c9 o caso do disco solo do baixista Reginaldo Lincoln (previsto para este ano) ou de outros convites que cada m\u00fasico recebe. \u201cFiquei muito contente com o disco do Reginaldo por que o <strong><span style=\"color: #ff0000\">Vanguart<\/span> <\/strong>ficou pequeno pra ele. E fazer outros trabalhos \u00e9 importante artisticamente, s\u00f3 faz bem pra pr\u00f3pria banda. Aprende-se muito\u201d, avalia Flanders, que, por outro lado, n\u00e3o abandona os planos da banda. Ainda sem uma previs\u00e3o mais acertada para o novo disco do sexteto (talvez 2016), o pr\u00f3ximo lan\u00e7amento deve ser um DVD da nova turn\u00ea. \u201cS\u00f3 volto a compor no ano que vem. Me dei um prazo de f\u00e9rias de composi\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><br \/>\n<strong>Vanguart<\/strong><br \/>\n<strong>Quando:<\/strong> s\u00e1bado (23), \u00e0s 21h<br \/>\n<strong>Onde:<\/strong> \u00d3rbita Bar (Rua Drag\u00e3o do Mar, 207 \u2013 Praia de Iracema)<br \/>\n<strong>Quanto:<\/strong> R$ 40. \u00c0 venda na Full Vinyl Flagship Store (Av Dom Luis, 685 &#8211; Aldeota\/ Rua Barbosa de Freitas \u2013 1066 \u2013 Aldeota) e no local<br \/>\n<strong>Outras informa\u00e7\u00f5es:<\/strong> 3453.1421 (hor\u00e1rio comercial)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tudo come\u00e7ou como um projeto solit\u00e1rio do jovem H\u00e9lio Flanders, que compunha suas can\u00e7\u00f5es no quarto e gravava no computador. 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