{"id":12310,"date":"2014-11-25T14:28:33","date_gmt":"2014-11-25T17:28:33","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=12310"},"modified":"2014-11-25T14:28:33","modified_gmt":"2014-11-25T17:28:33","slug":"conheca-faixas-novo-disco-pato-fu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2014\/11\/25\/conheca-faixas-novo-disco-pato-fu\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a as faixas do novo disco do Pato Fu"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2014\/11\/10000x10000-58945c1100f68e3db1ce322ac21891bf.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-12311\" alt=\"10000x10000-58945c1100f68e3db1ce322ac21891bf\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2014\/11\/10000x10000-58945c1100f68e3db1ce322ac21891bf-625x358.jpg\" width=\"625\" height=\"358\" \/><\/a>Encerrando um jejum de sete anos sem discos de in\u00e9ditas, <span style=\"color: #800080\"><strong>N\u00e3o pare pra pensar<\/strong><\/span> volta a botar o p\u00fablico do<span style=\"color: #993366\"><strong> Pato Fu<\/strong><\/span> nas pistas. Atingindo em cheio seu prop\u00f3sito de fazer os f\u00e3s dan\u00e7arem, o 12\u00b0 \u00e1lbum da banda mineira bambeia entre rocks cheios de vigor e contagiantes programa\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas. Em ambos, o destaque fica para a guitarra vers\u00e1til de John Ulhoa. Substituindo Xande Tamietti, o disco tamb\u00e9m apresenta o novo baterista Glauco Mendes, que tamb\u00e9m integra o Tianast\u00e1cia. A seguir, conhe\u00e7a todas as faixas de <span style=\"color: #800080\"><strong>N\u00e3o pare pra pensar<\/strong><\/span>:<\/p>\n<p><strong>1. Cego para as cores \u2013<\/strong> uma guitarra faz suspense antes de entrar a batida contagiante. Misturando Capital Inicial com Madonna, a abertura mostra bem o que vem a seguir.<\/p>\n<p><strong>2. Cr\u00e9dito ou d\u00e9bito \u2013<\/strong> puxando para o blues el\u00e9trico, a faixa segura o clima acelerado do \u00e1lbum. A voz macia de Takai bota cinismo na letra amea\u00e7adora.<\/p>\n<p><strong>3. Ningu\u00e9m mexe com o diabo \u2013<\/strong> como se respondesse \u00e0 faixa anterior, agora \u00e9 John quem canta com voz sinistra, enquanto Glauco Mendes manda seu recado.<\/p>\n<p><strong>4. N\u00e3o pare pra pensar \u2013<\/strong> criada sobre uma bateria eletr\u00f4nica, a faixa-t\u00edtulo est\u00e1 pronta para ganhar remixes e as pistas. J\u00e1 a letra n\u00e3o diz muita coisa.<\/p>\n<p><strong>5. Eu era feliz \u2013<\/strong> pop-rock inspirado nos anos 1980. Lembra algo entre Erasure e Pretenders. Boa para puxar o disco nas r\u00e1dios.<\/p>\n<p><strong>6. Um dia do seu sol \u2013<\/strong> roquinho sem sal com letra chinfrim, que rima \u201csol\u201d com \u201csol\u201d e deixa escorregar no portugu\u00eas. Um ponto baixo do disco.<\/p>\n<p><strong>7. You have to outgrow rock&#8217;n roll \u2013<\/strong> surf rock cheio de energia onde John canta seu retorno ao skate. E canta bem.<\/p>\n<p><strong>8. Siga mesmo no escuro \u2013<\/strong> a parceria de John com Ricardo Koctus \u00e9 irm\u00e3 siamesa de \u201cN\u00e3o pare pra pensar\u201d. Inspirada no U2, \u00e9 uma balada boa para assobiar<\/p>\n<p><strong>9. Pra qualquer bicho \u2013<\/strong> uma das melhores letras do disco que ganha ainda mais valor com a presen\u00e7a da voz inconfund\u00edvel de Ritchie<\/p>\n<p><strong>10. Mesmo que seja eu \u2013<\/strong> sucesso de Roberto e Erasmo que j\u00e1 foi gravado com v\u00e1rias inten\u00e7\u00f5es. Aqui, a ideia \u00e9 s\u00f3 registrar a faixa gravada para um projeto especial<\/p>\n<p><strong>11. Eu ando tendo sorte \u2013<\/strong> a mais lenta do disco, com um p\u00e9 no progressivo. A inspira\u00e7\u00e3o nasceu depois de John escapar de um inc\u00eandio em casa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encerrando um jejum de sete anos sem discos de in\u00e9ditas, N\u00e3o pare pra pensar volta a botar o p\u00fablico do Pato Fu nas pistas. 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