{"id":13401,"date":"2015-09-18T16:55:37","date_gmt":"2015-09-18T19:55:37","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=13401"},"modified":"2015-09-18T16:55:37","modified_gmt":"2015-09-18T19:55:37","slug":"leila-pinheiro-apresenta-novo-trabalho-em-fortaleza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2015\/09\/18\/leila-pinheiro-apresenta-novo-trabalho-em-fortaleza\/","title":{"rendered":"Leila Pinheiro apresenta novo trabalho em Fortaleza"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2015\/09\/Leila-Pinheiro-hoz-2-foto-Washington-Possato.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-13402\" alt=\"Leila Pinheiro hoz 2 - foto Washington Possato\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2015\/09\/Leila-Pinheiro-hoz-2-foto-Washington-Possato-625x786.jpg\" width=\"375\" height=\"472\" \/><\/a>Com os caminhos tortuosos que anda trilhando as grandes gravadoras, coube a muitos artistas irem em busca de novas formas para lan\u00e7ar material in\u00e9dito. E isso serve para jovens e consagrados artistas. Este \u00e9 o caso de Leila Pinheiro, que escolheu o financiamento coletivo para lan\u00e7ar o EP Por onde eu for. O trabalho que ser\u00e1 apresentado amanh\u00e3 no Anfiteatro do Drag\u00e3o do Mar traz dois ineditismos para a trajet\u00f3ria de 32 anos da paraense. Al\u00e9m de ser o primeiro disco neste formato enxuto, \u00e9 o primeiro lan\u00e7ado via crowdfunding (via Kickstarter).\u00a0Por onde eu for conta apenas quatro faixas, teve produ\u00e7\u00e3o de Andr\u00e9 Vasconcellos e conta com a participa\u00e7\u00e3o de Z\u00e9lia Duncan em Todas as coisas valem. Por email, Leila Pinheiro comentou as novidades da carreira e sobre a parceria com o violonista cearense Cain\u00e3 Cavalcante, que poder\u00e1 ser conferida nesse s\u00e1bado.<!--more--><\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Nesse show, voc\u00ea faz um duo com o tecladista Rodrigo Tavares, algo que voc\u00ea espera h\u00e1 bastante tempo, segundo o release do show. Como funciona essa parceria entre voc\u00eas? Como ser\u00e1 esse encontro? <\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Tocar junto, fazer duos \u00e9 desafiador. Estou com Rodrigo Tavares, grandioso m\u00fasico, com uma espetacular cultura musical e experi\u00eancia. No palco somos dois artistas felizes de estar juntos, batendo bola no raso e no fundo. Rodrigo e Andr\u00e9 Vasconcellos, baixista e diretor musical do show, criaram comigo os arranjos onde Rodrigo e eu tocamos ao vivo, dando play no computador. Os instrumentos foram gravados &#8220;a vera&#8221; por grandes m\u00fasicos &#8211; Jo\u00e3o Vianna (baterista), Marcos Suzano (percuss\u00e3o), Andr\u00e9 Vasconcellos (baixo), Adriano Trindade (bateria) e Andr\u00e9 Siqueira (viol\u00e3o). \u00c9 a primeira vez que me apresento assim e acho sensacional o resultado. Alexandre Raba\u00e7o opera o som da frente, o PA, e Marcio Reis opera o som do palco (monitor). Somos 4 cora\u00e7\u00f5es batendo a mil juntos, super sintonizados. Show!!!<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; H\u00e1 alguns meses voc\u00ea veio a Fortaleza com um show de voz e piano. \u00c9 muito comum artistas virem a Fortaleza para shows menores, sem banda. Que diferen\u00e7as voc\u00ea v\u00ea no seu show com banda e em formato mais intimista?<\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> No final dos anos 90 comecei a me apresentar sozinha ao piano. Mais recentemente, em 2010 meus shows cantando Renato Russo foram com banda, o <strong>Agarradinhos<\/strong>, com Roberto Menescal foi com banda, os shows <strong>Eu canto samba<\/strong>\u00a0h\u00e1 dois anos tamb\u00e9m foram com banda. A op\u00e7\u00e3o solo, com piano, viol\u00e3o e o p\u00fablico, vira uma coisa m\u00e1gica, \u00fanica, que me emociona muito, sempre. S\u00f3 quem fica sozinha no palco sabe o que isso significa. Me preparo muito e sempre pra essa hora. Estou sempre com grandes m\u00fasicos que, sinto, ficam felizes de poder dividir profundamente a m\u00fasica comigo. Essa experi\u00eancia \u00e9 uma das maravilhas da minha profiss\u00e3o. Sozinha e com banda s\u00e3o momentos muito distintos. Adoro os dois.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Voc\u00ea ainda recebe no palco, em Fortaleza, o violonista Cain\u00e3 Cavalcante. Como aconteceu esse encontro entre voc\u00eas?\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Quando os shows s\u00e3o solo, sempre tenho convidados &#8211; m\u00fasicos, cantores&#8230; Nascem duos lindos, \u00fanicos e o p\u00fablico adora. Jo\u00e3o Cavalcante, do Grupo Casuarina, compositor e cantor pernambucano, esteve comigo e com Moacyr Luz no meu est\u00fadio h\u00e1 duas semanas e me falou do Cain\u00e3 quando comentei sobre o show em Fortaleza. Dei a sorte de Cain\u00e3 estar no Rio e nos encontramos pra ensaiar e nos conhecer. \u00c9 um grande m\u00fasico e nosso duo vai ser arrasador!!!<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Por aqui, voc\u00ea apresenta o EP &#8220;Por onde eu for&#8221;, feito por crowdfunding. O que achou da experi\u00eancia de financiamento coletivo? <\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Achei maravilhosa a experi\u00eancia e sou muito grata a todos e todas que contribu\u00edram para o EP ser gravado. A ideia principal sempre foi a de comemorar meus 35 anos de carreira propondo uma rela\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima com meu p\u00fablico, que me acompanha nestes anos todos. A campanha trouxe os f\u00e3s pra dentro do meu trabalho. Os nomes de todos eles est\u00e3o no encarte do EP e isso \u00e9 muito especial pra eles e pra mim. De verdade!!!<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Voc\u00ea j\u00e1 fez parte de grandes gravadoras, a Universal, a EMI, e de uma gravadora pequena, mas muito influente, a Biscoito Fino. Por que escolheu o financiamento coletivo para um novo disco?<\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Comecei minha carreira na Polygram, hoje Universal, em 1986 e lancei mais de 10 trabalhos contratada por gravadoras. Optei por ficar independente e propor parcerias \u00e0s gravadoras para divulgar e lan\u00e7ar meus CDs depois de gravados. Isso deu super certo com o CD e DVD <strong>Agarradinhos<\/strong>, <strong>Meu segredo mais sincero<\/strong>, <strong>C\u00e9u e Mar<\/strong> (CD em duo com o guitarrista Nelson Farias). O financiamento coletivo (que banca muitas etapas da grava\u00e7\u00e3o e lan\u00e7amento do CD, mas n\u00e3o banca a divulga\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o que s\u00e3o as partes mais dif\u00edceis e caras de todo o processo) foi minha op\u00e7\u00e3o de agora, pra trazer o p\u00fablico mais pra perto de mim, do meu trabalho e ser respons\u00e1vel por ele.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; At\u00e9 onde sei, este \u00e9 o primeiro EP que voc\u00ea lan\u00e7a. Por que escolheu esse formato? Por que n\u00e3o um \u00e1lbum completo? <\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Sim, este \u00e9 o primeiro EP que eu lan\u00e7o. Ningu\u00e9m mais ouve um CD inteiro. M\u00fasica, h\u00e1 muitos anos \u00e9 um clic (r\u00e1pido) no iPod, no iPad, no iTunes. O CD f\u00edsico \u00e9 um luxo, produto para os f\u00e3s que querem ter tudo, colecionar. Parar com calma pra ouvir v\u00e1rias vezes um mesmo CD \u00e9 coisa rara no nosso mundo barulhento de maratonas di\u00e1rias. Se voc\u00ea ouve as quatro m\u00fasicas que gravei, sabe exatamente &#8220;por onde eu vou&#8221; e o que estou fazendo. E posso, a qualquer momento, gravar mais quatro e lan\u00e7ar. Gosto muito dessa ideia.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Nesse disco voc\u00ea abre a parceria com Z\u00e9lia Duncan. Como foi esse encontro?<\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Somos amigas h\u00e1 muitos anos. Conheci a Z\u00e9lia Cristina ainda. Convido muito a Z\u00e9lia para participar dos meus shows, temos um bom tempo de palco juntas. Em 2007 fiz essa m\u00fasica e mandei pra ela. Nasceu <em><strong>Todas as coisas valem<\/strong><\/em>. Agora chegou a hora de gravar e convidei Z\u00e9lia de novo, pro EP e para o show no Rio. Nossa parceria \u00e9 uma del\u00edcia. Nos divertimos muito. O CD novo dela, de sambas, \u00e9 arrasador. J\u00e1 ouvi. Kkkk<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Seu novo disco teve produ\u00e7\u00e3o do Andr\u00e9 Vasconcellos, tamb\u00e9m co-respons\u00e1vel pelo sucesso de Nos horizontes do Mundo. Como \u00e9 essa parceria com ele? <\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Andr\u00e9 Vasconcellos \u00e9 um gigante no contrabaixo, na concep\u00e7\u00e3o de arranjos, no est\u00fadio buscando sonoridades, na compreens\u00e3o do melhor pra cada can\u00e7\u00e3o e para o todo. Ele entende e traduz de forma muito ampla o que eu sinto. Est\u00e1vamos separados h\u00e1 sete anos. A dist\u00e2ncia fez um bem enorme a n\u00f3s. A alegria de nos reencontrarmos est\u00e1 expl\u00edcita neste EP e nos shows com a dire\u00e7\u00e3o musical dele.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; No show voc\u00ea apresenta can\u00e7\u00f5es de Tim Bernardes e do Nando Reis. Voc\u00ea tamb\u00e9m j\u00e1 gravou e foi parceira do Renato Russo e gravou com o Frejat. A Leila Pinheiro tamb\u00e9m \u00e9 roqueira? \u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211; <\/strong>O que eu gosto na m\u00fasica pop, no rock, \u00e9 a letra, a poesia. Vivo espantada com a capacidade rara de se dizer tudo com quatro acordes. A melodia d\u00e1 voltas aparentemente sem sentido e tudo se resolve, fica bonito, forte e eu acabo andando por um caminho novo pra mim que me jogo sempre em grandes harmonias, sofisticadas, intrincadas&#8230; Adoro a palavra e por ela &#8220;eu fa\u00e7o tudo&#8221;.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Durante uma \u00e9poca, seu nome foi muito ligado a uma renova\u00e7\u00e3o da Bossa Nova, algo que levou seu show para muitos pa\u00edses. Como anda sua carreira internacional hoje em dia? <\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Fui, em 2013, ao Jap\u00e3o com Roberto Menescal &#8211; apresentamos nosso duo em cinco cidades. Cantar e tocar a bossa-nova com ele \u00e9 muito especial. Fomos, como sempre, recebidos com uma alegria comovente. O japon\u00eas ama e reverencia a nossa m\u00fasica de uma forma muito especial. Desde 1986 me apresento no Jap\u00e3o e todos os meus CD&#8217;s est\u00e3o \u00e0 venda l\u00e1. Cantei com banda na Col\u00f4mbia ano passado, num grande festival de Jazz e foi espetacular. Tenho neste momento, a carreira nacional e internacional poss\u00edvel dentro da crise mundial que vivemos todos.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Ano que vem, seu disco em homenagem a Guinga e Aldir Blanc completa 20 anos. Este, certamente, \u00e9 um disco mais importante da sua discografia (se n\u00e3o o mais) e deve figurar entre os melhores da m\u00fasica brasileira. Qual a hist\u00f3ria desse \u00e1lbum? Como voc\u00ea v\u00ea esse disco hoje? <\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Desde que assinei meu primeiro contrato, em 1986, quis gravar a m\u00fasica do Guinga, que ouvi em 1979, pela primeira vez, no LP <strong>Essa mulher<\/strong>\u00a0de Elis Regina. Vim morar no Rio em 1981 e conheci o Guinga em 82. Ficamos amigos e ele passou a ir toda semana \u00e0 minha casa, tocar viol\u00e3o, me mostrar suas m\u00fasicas e o que tinha acabado de compor. Tenho caixas e caixas de K7s e CDs com tudo o que gravamos desde l\u00e1. Sempre que sugeri gravar alguma m\u00fasica dele, a ideia n\u00e3o era acolhida, porque a m\u00fasica era &#8220;dif\u00edcil&#8221;. Gravei em 1991 a m\u00fasica <em><strong>Esconjuro<\/strong><\/em> (primeira parceria dele com Aldir Blanc), gravei <em><strong>Noturna<\/strong><\/em>\u00a0(dele com Paulo Cesar Pinheiro) e fim. Passaram mais cinco anos at\u00e9 eu ter o ok do Jo\u00e3o Augusto, diretor-art\u00edstico da EMI em 96, para eu gravar um disco todo dedicado \u00e0 obra do Guinga. Guinga enlouqueceu de tanto compor. Chamei Lula Galv\u00e3o (viol\u00e3o) e o baixista cearense-g\u00eanio-absoluto Jorge Helder e junto com Guinga, ensaiamos, criamos, fizemos os arranjos e gravamos. Fizemos o CD <strong>Catavento e Girassol<\/strong>\u00a0&#8211; um trabalho lindo que eterniza a obra genial deste artista inigual\u00e1vel e gigante que \u00e9 o Guinga. Um dia ele ter\u00e1 o reconhecimento que merece. Sabe que est\u00e1 muito \u00e0 frente do nosso tempo. Isso acontece.<\/p>\n<p><strong>DISCOGRAFIA &#8211; Quais seus planos daqui para frente<\/strong><br \/>\n<strong>Leila &#8211;<\/strong> Fortalecer os bons pensamentos e a f\u00e9. Com coragem, de bra\u00e7os com meu p\u00fablico parceiro e fiel, uma equipe maravilhosa e guerreira, sigo com a turn\u00ea <strong>Por Onde Eu For<\/strong>. Cantar pra mim \u00e9 igual nascer flor. Tem que acontecer. Com sol ou sem sol. Estou muito feliz de cantar novamente em Fortaleza e no Teatro do Drag\u00e3o do Mar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com os caminhos tortuosos que anda trilhando as grandes gravadoras, coube a muitos artistas irem em busca de novas formas para lan\u00e7ar material in\u00e9dito. 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