{"id":14215,"date":"2016-07-11T10:00:37","date_gmt":"2016-07-11T13:00:37","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=14215"},"modified":"2016-07-11T10:00:37","modified_gmt":"2016-07-11T13:00:37","slug":"urbanidades-de-saulo-duarte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2016\/07\/11\/urbanidades-de-saulo-duarte\/","title":{"rendered":"Urbanidades de Saulo Duarte"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_14216\" style=\"width: 634px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-14216\" class=\"wp-image-14216 size-large\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2016\/07\/SAULO-DUARTE-e-a-UNIDADE-cr\u00e9dito-Fabiano-Rodrigues-624x832.jpg\" alt=\"Foto: Fabiano Rodrigues\" width=\"624\" height=\"832\" \/><p id=\"caption-attachment-14216\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Fabiano Rodrigues<\/p><\/div>\n<p><span style=\"color: #808080\"><strong>Por: Camila Holanda (camilaholanda@opovo.com.br)<\/strong><\/span><\/p>\n<p><em>Diferente dos primeiros discos, <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Saulo Duarte e a Unidade<\/strong><\/span> lan\u00e7am trabalho com recortes mais urbanos. O terceiro \u00e1lbum da banda paraense, intitulado <span style=\"color: #800080\"><strong>Cine Ruptura<\/strong><\/span>, foi lan\u00e7ado na \u00faltima semana<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Quase dois anos se passaram desde que <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Saulo Duarte e a Unidade<\/strong><\/span> lan\u00e7aram o disco <strong>Quente<\/strong> (2014). Ensolarado, assim como o primeiro CD da banda (de 2012), o trabalho \u00e9 carregado nas guitarradas e nos arranjos que imediatamente remetem o ouvinte aos diversos ritmos paraenses. Este compasso \u00e9 quebrado no terceiro disco do grupo, <span style=\"color: #800080\"><strong>Cine Ruptura<\/strong><\/span>. Lan\u00e7ado ontem nas lojas, o novo trabalho de <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Saulo Duarte e sua Unidade<\/strong> <\/span>foi disponibilizado em streaming no meio de junho, com o aperitivo <strong><em>Na terra Vermelha<\/em><\/strong>, primeiro single do \u00e1lbum, assinado por Saulo Duarte, Curumin e Russo Passapusso.<\/p>\n[youtube]https:\/\/youtu.be\/VUcpK41nqRY[\/youtube]\n<p>Ao ouvir o conjunto da terceira obra, fica a certeza de que <span style=\"color: #ff0000\"><strong>Saulo Duarte<\/strong> <\/span>carrega muitos Par\u00e1s em si. E apresenta esse estado amaz\u00f4nico para al\u00e9m de sua localiza\u00e7\u00e3o no mundo e de suas peculiaridades que atraem turistas de todo canto. \u00c9 um disco mais urbano, mais universal, sem esquecer as tradi\u00e7\u00f5es. \u201cA ideia era fazer um disco diferente do Quente, que \u00e9 muito solar e muito Amazonas\u201d explica Saulo Duarte ao DISCOGRAFIA. \u201cO Cine Ruptura \u00e9 um pouco menos paraense e muito mais urbano\u201d, emenda. O intuito \u00e9 ir al\u00e9m dos ritmos mais conhecidos do Par\u00e1, como o carimb\u00f3, que, alinhado \u00e0s guitarradas, foi bem explorado nos dois primeiros CDs do grupo.<\/p>\n[youtube]https:\/\/youtu.be\/W-rG3XhVa3A[\/youtube]\nOs ritmos tradicionais, contudo, n\u00e3o s\u00e3o negados em <span style=\"color: #800080\"><strong>Cine Ruptura<\/strong><\/span>. Mandarins (Pavulagem), de Junior Soares e Ronaldo Silva, e Arraial, de Rafael Barros e Franklin Santos, trazem ritmos nortistas \u201cesquecidos pela m\u00eddia\u201d, como define Saulo. Muito al\u00e9m das tradi\u00e7\u00f5es do norte, a banda percorre urbanidades e universalidades. A primeira faixa do disco apresenta a proposta. Chamada<strong><em> Quem quer que seja<\/em><\/strong>, a composi\u00e7\u00e3o \u00e9 assinada pelos cearenses Daniel Medina e Igor Caracas e fala sobre liberdade. \u201cVoc\u00ea tem todo direito\/de vagar pelas galeras\/e colher suas belezas\/sem notar a cara alheia\u201d, canta. \u201cEssa m\u00fasica \u00e9 muito emblem\u00e1tica sobre o conceito do disco. Voc\u00ea tem todo o um hino de liberdade\u201d, resume Saulo. Um pouco mais \u00e0 frente, o ouvinte encontra uma bela surpresa. \u00c9 a m\u00fasica <strong><em>Arrebol<\/em><\/strong>, um achado, fruto da rica parceria de Dominguinhos e Anast\u00e1cia.<\/p>\n[youtube]https:\/\/youtu.be\/yWdteVJGA-w[\/youtube]\n<strong>Pa\u00eds em transforma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em tempos de efervesc\u00eancia nas modifica\u00e7\u00f5es sociais, urbanas, pol\u00edticas e econ\u00f4micas no Brasil, Saulo n\u00e3o se furtou de contextualizar seu novo disco neste 2016. \u201cN\u00e3o deu para fazer um disco de amenidades.\u201d Para isto e muitos outros istos do disco, o grupo teve o aux\u00edlio luxuoso do amigo paulista Curumin, encarregado de fazer a produ\u00e7\u00e3o do novo trabalho, em que tamb\u00e9m assina algumas composi\u00e7\u00f5es.<br \/>\n<strong>SERVI\u00c7O<\/strong><br \/>\n<strong>Cine Ruptura &#8211; Saulo Duarte e a Unidade<\/strong><br \/>\nLan\u00e7amento: YB Editora\/Natura Musical<br \/>\nPre\u00e7o m\u00e9dio: R$ 25<br \/>\nMais informa\u00e7\u00f5es:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.sauloduarte.com.br\">http:\/\/www.sauloduarte.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Camila Holanda (camilaholanda@opovo.com.br) Diferente dos primeiros discos, Saulo Duarte e a Unidade lan\u00e7am trabalho com recortes mais urbanos. 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