{"id":14572,"date":"2017-02-19T15:20:02","date_gmt":"2017-02-19T18:20:02","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.opovo.com.br\/discografia\/?p=14572"},"modified":"2017-02-19T15:20:02","modified_gmt":"2017-02-19T18:20:02","slug":"tete-espindola-e-alzira-e-fazem-hoje-show-na-caixa-cultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/2017\/02\/19\/tete-espindola-e-alzira-e-fazem-hoje-show-na-caixa-cultural\/","title":{"rendered":"Tet\u00ea Esp\u00edndola e Alzira E fazem hoje show na Caixa Cultural"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-14573\" src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/themes\/veen\/assets\/images\/transparent.gif\" data-lazy=\"true\" data-src=\"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2017\/02\/Foto-Alzira-E-Tet\u00ea-Esp\u00edndola-por-Arnaldo-Black-1.jpg-624x468.jpg\" alt=\"\" width=\"624\" height=\"468\" \/><\/p>\n<p>Houve um tempo em que a m\u00fasica sertaneja dava voz a um lado simples da vida nacional. A riqueza da natureza, os amores interioranos, as filosofias do homem do campo, al\u00e9m das lendas e personagens folcl\u00f3ricos eram os assuntos mais explorados. Atualmente, esse estilo se transformou numa pot\u00eancia econ\u00f4mica da ind\u00fastria fonogr\u00e1fica e lota espet\u00e1culos gigantescos que falam sobre bebedeira, farra e dor de cotovelo.<\/p>\n<p>O show que <span style=\"color: #993300\"><strong>Tet\u00ea Esp\u00edndola<\/strong><\/span> e <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Alzira E<\/strong><\/span> trazem para a Caixa Cultural Fortaleza hoje promove uma viagem de volta \u00e0s ra\u00edzes sertanejas.<!--more--> Por conta das chuvas do \u00faltimo s\u00e1bado, 11, que afetou parte do teatro, as irm\u00e3s sul-mato-grossenses v\u00e3o realizar as tr\u00eas sess\u00f5es previstas para o fim de semana no domingo, 19. Nesse encontro, elas refazem o disco <strong>Anah\u00ed<\/strong>, lan\u00e7ado em 1998, no qual afinaram vozes para refazer um repert\u00f3rio que as acompanha desde a inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300\"><strong>Tet\u00ea<\/strong> <\/span>e <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Alzira<\/strong> <\/span>s\u00e3o filhas de uma fam\u00edlia de muitos m\u00fasicos e dividiram muitos projetos ao longo da carreira, inclusive as seminais bandas Luz Azul e Tet\u00ea e o L\u00edrio Selvagem. \u201cA gente tem uma cumplicidade de sangue, pois convivemos desde a inf\u00e2ncia com nossas fantasias e brincadeiras. A musicalidade familiar que aflorou na adolesc\u00eancia e vibra at\u00e9 hoje em parcerias \u00e9 o que me move com muito prazer pra manter esse show vivo h\u00e1 quase 20 anos\u201d, celebra <span style=\"color: #993300\"><strong>Tet\u00ea Esp\u00edndola<\/strong><\/span> por email.<\/p>\n<p>https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=McqoDl2wVkU<\/p>\n<p>No roteiro do show em Fortaleza, <span style=\"color: #993300\"><strong>Tet\u00ea<\/strong> <\/span>assume sua craviola (mistura de cravo e viola) para apresentar can\u00e7\u00f5es que marcaram sua trajet\u00f3ria de quase 40 anos de m\u00fasica, incluindo o recente \u00e1lbum <strong>Asas do Et\u00e9reo<\/strong> (2014). E <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Alzira E<\/strong><\/span>, ao viol\u00e3o, resgata momentos de carreira de compositora at\u00e9 chegar a <strong>O Que Vim fazer Aqui<\/strong> (2014), \u00e1lbum em que registrou parcerias in\u00e9ditas com Itamar Assump\u00e7\u00e3o e Alice Ruiz.<\/p>\n<p>Na parte dedicada \u00e0 parceria registrada em disco, elas relembram can\u00e7\u00f5es interioranas como <em><strong>Meu Primeiro Amor<\/strong><\/em>, <em><strong>Galopeira<\/strong><\/em>, <em><strong>M\u00e1goas de Caboclo<\/strong><\/em>, <em><strong>\u00cdndia<\/strong><\/em> e <em><strong>Sertaneja<\/strong><\/em>. \u201cO \u00e1lbum <strong>Anah\u00ed<\/strong> se tornou um s\u00edmbolo de uni\u00e3o pra n\u00f3s, dedicado a nossa m\u00e3e. Nos conforta e nos leva a uma viagem desde a inf\u00e2ncia at\u00e9 os dias de hoje\u201d, destaca <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Alzira<\/strong><\/span>. \u201cO repert\u00f3rio desse encontro valoriza o dueto de duas irm\u00e3s que gostam de cantar juntas desde sempre. Al\u00e9m de guar\u00e2nias e polcas que marcaram a nossa inf\u00e2ncia, vamos cantar cl\u00e1ssicos da nossa m\u00fasica de raiz, que est\u00e3o na mem\u00f3ria de cada brasileiro para que todos possam cantar com a gente e alimentar a alma\u201d, acrescenta <span style=\"color: #993300\"><strong>Tet\u00ea<\/strong><\/span>.<\/p>\n<p>Para ambas, o tom sertanejo do disco em nada se reflete no que vem se chamando de sertanejo (universit\u00e1rio ou n\u00e3o) nos \u00faltimos anos. As cantoras concordam, tamb\u00e9m, que h\u00e1 um outro sert\u00e3o ainda vivo que merece ser cantado. \u201cA m\u00fasica brasileira tem seus \u2018modismos\u2019 e p\u00fablico para todas essas vertentes. Ainda bem, n\u00e9? Tento acompanhar o que rola por a\u00ed dando uma \u2018pausa\u2019 na MPB que valoriza a boa poesia e sutilezas de instrumenta\u00e7\u00e3o\u201d, revela <span style=\"color: #993300\"><strong>Tet\u00ea Esp\u00edndola<\/strong><\/span>. \u201cEu acho que s\u00e3o mais manobras do mercado, de cuja cena me mantenho afastada. Mas ainda existe o sertanejo verdadeiro, a m\u00fasica que reflete o mundo brejeiro, a viola caipira, as festas tradicionais e rurais\u201d, encerra <span style=\"color: #ff6600\"><strong>Alzira<\/strong><\/span>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Houve um tempo em que a m\u00fasica sertaneja dava voz a um lado simples da vida nacional. A riqueza da natureza, os amores interioranos, as&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":74,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[126,129,283,381],"tags":[],"class_list":["post-14572","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-em-fortaleza","category-entrevistas","category-nacional","category-tete-espindola"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14572","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/74"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14572"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14572\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14572"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14572"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.opovo.com.br\/discografia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14572"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}